A Casa Real Portuguesa acabou de divulgar a Mensagem de 1º de Dezembro de SAR Senhor D. Duarte de Bragança de 2023.
A Casa Real Portuguesa acabou de divulgar a Mensagem de 1º de Dezembro de SAR Senhor D. Duarte de Bragança de 2023.
No dia 31 de dezembro de 1892 realizou-se uma festa no Palácio das Necessidades, residência do Rei D.Carlos e da Rainha D.Amélia.
Numa das salas de baile do palácio estava uma árvore de Natal decorada com brinquedos, medalhas, balões, etc.
As honras da festa eram feitas por o Príncipe Real Luís Filipe e o Infante D.Manuel.
Todas as famílias da alta sociedade que possuiam bebés fizeram-se representar por eles. 100 crianças terão participado naquela festa que lhes foi oferecida.
Depois foi oferecido um delicioso lanche aos mais pequeninos.
Fonte: Diário Ilustrado
No dia 1 de janeiro de 1894 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Nesse ano o Diário Ilustrado não divulgou muitas informações sobre a recepção.
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A infanta Maria Francisca tem 26 anos e uma aliança no dedo, mas continua a manter vivas as memórias da infância nesta quadra festiva. Apanhar o musgo na quinta da família é uma delas. Numa conversa intimista com a NOVA GENTE, a infanta fala da sua nova associação, da organização do Jantar dos Conjurados e da nova vida de casada.
O sorriso é a sua imagem de marca. Desde o dia 7 de outubro, data em que disse o “sim” a Duarte de Sousa Araújo, no Palácio de Mafra, que Maria Francisca de Bragança arrebatou não só o coração do noivo, mas de todos os portugueses que, no local ou em casa, através da televisão, assistiram à cerimónia. Numa entrevista intimista à NOVA GENTE, a infanta abriu o seu coração e falou do novo projeto, a Associação Infanta Maria Francisca, ligada às artes e cultura, da organização do Jantar dos Conjurados, dos preparativos para a mudança para Londres e da vontade de ser mãe.
Como é que surgiu a ideia da sua associação e qual é o seu objetivo?
Esta ideia surgiu já há alguns anos, quando foi criado o Prémio Infanta Maria Francisca, no Norte, com o Dr. Jorge Leão, que também fez os prémios para o Afonso e para o Dinis. O do Dinis é de golfe e o do Afonso é de ciência, de investigação. O meu é relacionado com as artes. Pensei, por isso, que era uma boa ideia criar, separada do prémio, uma associação minha ligada à cultura, com o fim de promover artistas portuguesas, de fazer a ponte entre instituições, universidades, escolas de arte e alunos, com museus e galerias. A associação ainda está muito verde, está a começar. Estamos a chamar as pessoas para ajudarem a estruturar a associação, mas estou muito entusiasmada.
Até porque começa logo com um grande evento: o Jantar dos Conjurados. É a sua associação que está responsável pela organização do jantar deste ano.
Sempre participei neste jantar, desde que era pequenina. Para mim, é um ambiente familiar e seguro, onde posso começar com calma.
E como está a decorrer a organização? Trata-se de um evento de grande dimensão, que pode ter até 600 participantes.
Quanto mais pessoas vierem, melhor. Só no dia é que vamos saber o número exato. Se fossem 600 era espetacular. É um evento aberto a todos. É um evento para os portugueses, não é um evento para um grupo restrito de pessoas, e nunca foi. E isto nunca foi comunicado da forma certa. Neste momento, em que estou cá e ainda não fui para Londres, tenho tempo para me dedicar a esta organização.
Sente que o seu casamento trouxe esta proximidade aos portugueses em geral e não apenas aos monárquicos?
Com o casamento, percebi que as pessoas queriam estar mais perto de nós. E nós sempre fomos uma família discreta. Não aparecemos muito, não vamos a muitas coisas. Neste jantar, vamos dar oportunidade de estarem connosco, e nós teremos também oportunidade de conhecer melhor essas pessoas.
De repente, a D. Maria Francisca passou a ser uma figura de quem muita gente fala. Tem sentido essa reação com quem se vai cruzando?
Sinto que sou mais reconhecida, mas sempre com uma palavra de “parabéns” ou “felicidades”. Noto que as pessoas o fazem porque estão contentes, mas continuo a ter a minha vida e não sinto que houve uma grande mudança. E ainda bem, porque eu gosto de ser discreta.
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Fonte: Site da revista Nova Gente
Making of da Mensagem de 1 de Dezembro 2023 de D.Duarte, Duque de Bragança. A mensagem será divulgada brevemente nas redes sociais e no canal do youtube da Casa Real Portuguesa e quinta-feira no Jantar dos Conjurados.
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Fonte: Facebook Real Associação de Lisboa
No dia 1 de janeiro de 1895 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
Em 1895, a Rainha D.Maria Pia não assistiu à recepção no Paço por estar um pouco doente, e foi aconselhada pelo médico a não sair dos seus aposentos.
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Duques de Bragança na Procissão da Conceição de Vila Viçosa no dia 8 de dezembro de 2012.
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Fonte: https://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2012/12/suas-altezas-reais-senhor-dom-duarte-e.html
No dia 1 de janeiro de 1896 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 24 de Novembro, realizou-se o Jantar do 34º Aniversário da Real Associação do Porto, que contou com a presença dos Duques de Bragança e do Infante D.Dinis, Duque do Porto.
No decorrer da realização do Jantar Anual de Aniversário da Real Associação do Porto, celebrou-se também o aniversário do Infante D.Dinis.
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Vídeo:
Fonte: Facebook Real Associação do Porto
Responsável pelo Jantar dos Conjurados, a Duquesa de Coimbra fala da lua de mel, da vida de casada, da mudança para Londres, da família e deixa uma mensagem aos portugueses: "precisamos acordar".
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Duques de Bragança na Procissão da Conceição de Vila Viçosa no dia 8 de dezembro de 2011.
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Fonte: https://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2011/12/ssaarr-os-senhores-duques-de-braganca.html
No dia 1 de janeiro de 1897 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 1 de janeiro de 1898 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 1 de janeiro de 1899 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 1 de janeiro de 1900 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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Foi recentemente lançado um livro sobre a rainha Luísa de Gusmão.
Sinopse:
Ao unir duas das maiores casas ducais ibéricas através do casamento entre D. Luísa de Gusmão, filha do duque de Medina Sidónia, e D. João, duque de Bragança, Filipe IV de Espanha (III de Portugal) tem um objectivo bem definido: garantir a lealdade do duque português a Madrid.
No entanto, com o descontentamento crescente a grassar um pouco por todo o reino, é no duque de Bragança que recaem as esperanças de um Portugal independente. Ao encorajar o marido a opor-se ao domínio flipino e a assumir o trono, Luísa acaba por tornar-se um dos motores da restauração da independência portuguesa.
Mulher forte e com uma determinação que não se conhecia ao marido, Luísa é uma poderosa influência durante todo o seu reinado. Com a morte do rei e o desequilíbrio do jovem monarca D. Afonso VI, além da permanente ameaça militar de Espanha, é sobre ela que pesa a responsabilidade de manter a independência de Portugal.
Neste novo romance, Isabel Machado traz-nos a história de uma mulher forte, corajosa e determinada, cuja influência foi decisiva na restauração da independência de Portugal. Regida pela fé, com uma ligação inabalável ao marido e aos filhos, vai tornar-se também uma das grandes figuras políticas da Restauração.
Fonte: https://www.presenca.pt/
No dia 28 de setembro de 1910, a Rainha D.Amélia celebrou pela última vez o seu aniversário em Portugal. No dia seguinte, o Diário Ilustrado publicava que não se tinha realizada uma recepção oficial no Palácio da Pena.
Apesar disso, tinham ido apresentar as suas homenagens à rainha todos os membros do governo que se encontravam em Lisboa, as autoridades cívis e militares, e um grande número de pessoas da corte e da sociedade.
A recepção que era de carácter intímo, foi muito concorrida.
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No dia 28 de setembro de 1910 assinalava-se mais um aniversário da Rainha D.Amélia, e o "Diário Ilustrado" publicou um artigo sobre a rainha.
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No dia 1 de janeiro de 1901 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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A organização do Jantar dos Conjurados 2023 está a cargo da Associação da Infanta Maria Francisca. O evento acontece a 30 de novembro no museu Nacional de História Natural e apoia o Banco do Bebé.
Apenas um mês depois do seu casamento, a filha dos duques de Bragança volta a ser notícia uma vez que será a Associação Infanta Maria Francisca a responsável pela organização do Jantar dos Conjurados 2023. Este ano o evento terá um formato diferente e vai contar com um leilão de objetos, entre eles o panamá de dom Duarte que ficou famoso no casamento da filha. O resultado reverterá para a associação Banco do Bebé. Este jantar acontece uma vez por ano, a 30 de novembro, para assinalar a restauração da independência de Portugal face a Espanha e nesta edição terá lugar no Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
A Associação Infanta Maria Francisca foi registada na semana passada, segundo conta a própria infanta ao Observador, e já está responsável por organizar este evento no espaço de apenas um mês. “Eu estou a organizar, mas no fundo é a família que dá a cara não sou só eu”, explica a duquesa de Coimbra. Num vídeo divulgado nas páginas de Instagram da Causa Real e do Jantar de Conjurados 2023, a infanta convida as pessoas a estarem presentes nesta reunião “abraçando uma boa causa”, o Banco do Bebé, uma associação sem fins lucrativos que ajuda famílias carenciadas a cuidarem dos seus bebés.
“Com o casamento eu vi que havia a participação de muitos portugueses e fiquei muito tocada e disse logo que sim, aceitei esta responsabilidade. Decidi participar ativamente na organização e achámos que, além de ser uma celebração da nossa história, seria útil aliar este jantar a uma iniciativa social, por isso falámos com o Banco do Bebé e decidimos associar-nos”, conta ao Observador. A infanta explica que é uma causa que lhe diz muito uma vez que conta há bastante tempo com o apoio da mãe, a duquesa de Bragança. “Se pensarmos bem, são os futuros portugueses que estamos a ajudar.”
O dinheiro dos bilhetes e os donativos que vão ser recolhidos durante o jantar não serão os únicos fundos a reverter para o Banco do Bebé. O evento deste ano vai contar com um leilão de objetos pessoais e relacionados com a família de Bragança, como por exemplo o panamá que o próprio dom Duarte usou no casamento da filha no passado dia 7 de outubro, e do qual vão ser leiloadas garrafas de vinho. A infanta também está em contacto com galerias, como a Ojo, que vão contribuir para o leilão com obras de artistas que quiseram ajudar e fazer parte desta iniciativa, segundo Maria Francisca.
O evento arranca às 19h30 com uma comunicação de Dom Duarte, o Duque de Bragança, segundo a Real Associação de Lisboa. A inscrição, aberta a todos, é feita no site do Jantar de Conjurados, tem um valor de 30 euros (inclui jantar, bebidas e festa, segundo se pode ler no site) e os lugares são limitados a 600, pela capacidade do espaço.
“É importante que os portugueses percebam que a nossa história não pode ser esquecida e que tem de ser celebrada”, afirma a infanta.
Fonte: https://observador.pt/
Segue esta semana para produção mais um número do Correio Real, desta vez uma edição de luxo dedicada ao grande acontecimento que foi o casamento da Infanta D. Maria Francisca com Duarte de Sousa Araújo. Com 68 páginas a cores em papel couché de 125g, apresenta uma reportagem detalhada dos vários momentos do casamento, com cerca de 200 fotografias exclusivas, um artigo sobre os casamentos reais portugueses em república (Dom Manuel, Dom Duarte Nuno e Dom Duarte Pio), além das habituais entrevistas e artigos de opinião.
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No dia 1 de janeiro de 1902 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 1 de janeiro de 1903 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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No dia 1 de janeiro de 1904 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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Em 19 anos de reinado teve 21 governos. Tinha fama de autoritária, mas foi a primeira monarca constitucional que incentivou o desenvolvimento da cultura e do ensino público. Apaixonada por D. Fernando II, adorava andar a cavalo, dançar e escrever cartas à Rainha Vitória.
“Irei à avenida sem nenhuma guarda, é o que faço sempre que se anunciam distúrbios”, escrevia a Rainha D. Maria II, com 17 anos, ao marido D. Fernando II. A última chefe de Estado mulher de Portugal era determinada. Já tinha ultrapassado uma guerra civil, revoltas e sucessivas quedas de governo, muitas intrigas à medida que a monarquia constitucional dava os primeiros passos. Ao mesmo tempo tentava modernizar um País fustigado pelas invasões francesas do início do século XIX e por uma profunda crise financeira. Mas a carioca Maria da Glória nunca abandonaria o cargo. Nem quando quiseram que abdicasse em nome do filho, D. Pedro. Só deixaria o trono ao morrer, há 170 anos.
O artigo é publicado na edição desta semana da revista "Sábado":
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No dia 1 de janeiro de 1905 realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. Todas as informações aqui.
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