No passado dia 29 de Maio, o grão-mestre, S.A.R. o Príncipe D. Pedro de Borbón-Duas Sicílias, Duque de Calábria, presidiu à investidura de um capelão, seis cavaleiros e uma dama da Real Comissão de Portugal. A Santa Missa teve lugar na Basílica dos Mártires e foi presidida pelo capelão da Real Comissão, Revmo. Cónego Armando Duarte, sendo co-celebrantes os capelães Pe. Tiago Ribeiro Pinto e Pe. Edgar Clara.
Na ocasião, foi anunciada a nomeação de S.A. o Infante D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, como vice-presidente da Real Comissão de Portugal, presidida desde 2014 por seu tio, o Infante D. Miguel, Duque de Viseu.
Estiveram presentes cinco dezenas de cavaleiros e damas, tendo participado representantes da Ordem Soberana e Militar de Malta e da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém.
S.A.R. o Príncipe da Beira e S.A. o Duque do Porto estiveram ontem presentes na recepção de S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, como Sócio Honorário do Turf Club, em Lisboa. O Principe D. Bertrand foi eleito na assembleia geral do clube, em Abril passado.
O Turf Club foi fundado em 1883, à semelhança dos tradicionais clubes ingleses, tendo por base de fundo o apuramento de raças cavalares e a organização de corridas de cavalos. O Duque de Bragança é Presidente Honorário do Turf Club.
Fotografia durante o jantar com o Príncipe Herdeiro do Brasil, D. Rafael de Orleans e Bragança, Príncipe da Beira, D. Luis Folque de Mendoça, presidente do clube, D. Bertrand de Orleans e Bragança, D. Luis de Sousa de Macedo (Mesquitela), presidente da Assembleia Geral, Duque do Porto e D. Francisco van Uden.
Seguiu hoje para produção gráfica o número 33 da revista Correio Real. A edição inclui uma entrevista ao Duque de Coimbra, Duarte de Sousa Araújo Martins, e um ensaio sobre o conturbado período da nossa História entre 1823 e 1828, intitulado “Do fim do vintismo às cortes tradicionais de Lisboa”, por Daniel Estudante Protásio. Conta ainda com um artigo de António Pinheiro Marques sobre a Rainha D. Amélia, um destacável sobre o lançamento da Fotobiografia do Senhor Dom Duarte (com a apresentação de José Miguel Sardica), além de diversos textos de opinião, notícias das actividades do Movimento Monárquico e da Família Real Portuguesa.
A partir de 1130, Coimbra será a base de D. Afonso Henriques para a conquista de territórios ao Islão, na fronteira do Mondego. Mas, por mais ambição e coragem que tivesse, o pequeno condado portucalense não dispunha de meios humanos ou materiais suficientes para grandes conquistas. Um casamento estratégico foi a manobra encontrada por D. Afonso Henriques para reunir as condições que lhe permitiram a espetacular tomada de Al-Usbuna, daí em diante, a Lisboa portuguesa. Anos depois, uma última incursão a Badajoz ditará o fim da vida guerreira do primeiro rei de Portugal.
Terceira das três visitas pelo percurso de D. Afonso Henriques conduzidas pelo medievalista Luís Carlos Amaral.
S.A.R. o Príncipe da Beira esteve ontem presente no XXXVI aniversário da Real Associação de Lisboa que contou com uma visita histórica ao Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Queijas, e que registou a adesão de numerosos associados.
O programa incluiu uma visita guiada pelo Reitor do Santuário, o Rev. Padre Alexandre Ferreira dos Santos, e o acolhimento da direção da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha, representada pelos doutores Manuel Gonçalves, Alcino Loureiro, Almeida Nunes e André Perestrelo Morais.
A Rainha D. Amélia ofereceu uma recepção no Palácio de Belém onde recebeu as seguintes senhoras:
A Condessa de Mesquitela, a Condessa de Gouveia, D. Anna Beruex de Serpa Pimentel e a filha, D. Joanna Chaves Hintze Ribeiro, a Viscondessa de Castro Guedes e a sua filha D. Leonor, D. Maria José de Portugal da Costa Pinto, madame Mathias de Carvalho, etc.
S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.
O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.
Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.
O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.
A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.
O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.
Encontra-se atualmente à guarda da Biblioteca da Ajuda um caderno pautado, forrado a verde com lombada e cantos em couro, com o registo diarístico de uma viagem a vários países da Europa, o qual pertence à colecção do Arquivo do Palácio Nacional da Ajuda, onde entrou por compra a um particular em 1989. O título manuscrito na pasta superior "2ª Viagem" é desenvolvido na 1ª página como "Segunda Viagem / de S. M. ElRei O Senhor D. Pedro V. / e de S. A. O Sereníssimo Senhor Infante D. Luiz."
Um primeiro olhar traz à memória os diários das viagens de D. Pedro V e outros escritos deste monarca, autógrafos e cópias, sobre assuntos diversos que podem ser reconduzidos a reflexões sobre aspectos administrativos, militares ou sociais e que integram a colecção de avulsos da Biblioteca da Ajuda. No entanto, a leitura 'esbarra' na língua em que está escrito o caderno: francês, bem como, na referência objectiva a D. Pedro V, personagem das acções registadas. Os manuscritos autógrafos das viagens ao estrangeiro em 1854 e 1855 são conhecidos desde o início do séc. XX e estão à guarda da Biblioteca Nacional de Portugal [Cod. 9155/6/7, 3 vols.]. São parciais, relativamente à extensão geográfica e cronológica das viagens, e apresentam-se em português. Também o Diário de uma viagem ao Norte com os seus pais e irmão, em 1852, que constitui o documento avulso BA 54-XI-31, nº 2 revela estas duas características. O uso do francês é então um aspecto inédito e que levanta interrogações relativamente à autoria do mesmo, uma vez que não há assinatura no registo diarístico.
O conjunto de folhas ocupadas com as contas, compras e presentes desta viagem de 1855, relegadas para o final do caderno, mantidas entre páginas em branco, só é detetavel na sua importância de fonte primária após uma análise cuidada do conteúdo do caderno. E é este desafio, promovido pelas aparentes incongruências detectadas pela leitura e folheação do caderno, que nos leva à análise e divulgação desse documento, num pequeno artigo disponível na secção "Estudos" do site do Palácio Nacional da Ajuda.
O Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia regressaram ao Paço, depois de terem visitado a fábrica da fundição do Bolhão, Social Costa Braga e tecidos de seda de Francisco José Nogueira.
Os Reis de Portugal chegaram às 3 horas e 10 minutos ao edifício da associação comercial, sendo recebidos à entrada pela direção, negociantes e autoridades dirigindo-se para o salão árabe onde subiram ao trono ali armado.
Os Reis de Portugal foram recebidos na Misericórdia pelo conde Samodães.
A Família Real Portuguesa continuou a sua visita ao norte do país, nomeadamente ao Porto.
A Família Real visitou a fábrica de fiação e tecidos de Asneiros, a fábrica de artefactos de malha da Boavista e o hospital Maria Pia.
Realizou-se no Palácio dos Carrancas o primeiro dos três grandes banquetes .
O Rei visitou o hospital dos alienados. A Rainha D. Amélia e o Príncipe Real Luís filipe recolheram ao Paço acompanhados do presidente do conselho.
A Família Real assistiu ao espetáculo de gala. A Família Real apareceu no camarote real e foi saudada por prolongadas salvas de palmas, sendo erguidos muitos vivas à Família Real, que foram calorosamente correspondidos.