terça-feira, 2 de junho de 2026

Infante D. Dinis foi nomeado como vice-presidente da Real Comissão de Portugal

No passado dia 29 de Maio, o grão-mestre, S.A.R. o Príncipe D. Pedro de Borbón-Duas Sicílias, Duque de Calábria, presidiu à investidura de um capelão, seis cavaleiros e uma dama da Real Comissão de Portugal. A Santa Missa teve lugar na Basílica dos Mártires e foi presidida pelo capelão da Real Comissão, Revmo. Cónego Armando Duarte, sendo co-celebrantes os capelães Pe. Tiago Ribeiro Pinto e Pe. Edgar Clara. 

Na ocasião, foi anunciada a nomeação de S.A. o Infante D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, como vice-presidente da Real Comissão de Portugal, presidida desde 2014 por seu tio, o Infante D. Miguel, Duque de Viseu.

Estiveram presentes cinco dezenas de cavaleiros e damas, tendo participado representantes da Ordem Soberana e Militar de Malta e da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém.


Fonte: Facebook Ordem Constantiniana de São Jorge - Real Comissão de Portugal

Afonso e Dinis na recepção do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança como Sócio Honorário do Turf Club, em Lisboa

S.A.R. o Príncipe da Beira e S.A. o Duque do Porto estiveram ontem presentes na recepção de S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, como Sócio Honorário do Turf Club, em Lisboa. O Principe D. Bertrand foi eleito na assembleia geral do clube, em Abril passado.

O Turf Club foi fundado em 1883, à semelhança dos tradicionais clubes ingleses, tendo por base de fundo o apuramento de raças cavalares e a organização de corridas de cavalos. O Duque de Bragança é Presidente Honorário do Turf Club. 

Fotografia durante o jantar com o Príncipe Herdeiro do Brasil, D. Rafael de Orleans e Bragança, Príncipe da Beira, D. Luis Folque de Mendoça, presidente do clube, D. Bertrand de Orleans e Bragança, D. Luis de Sousa de Macedo (Mesquitela), presidente da Assembleia Geral, Duque do Porto e D. Francisco van Uden.

Fonte: Facebook Casa Real Portuguesa

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Correio Real nº33

Seguiu hoje para produção gráfica o número 33 da revista Correio Real. A edição inclui uma entrevista ao Duque de Coimbra, Duarte de Sousa Araújo Martins, e um ensaio sobre o conturbado período da nossa História entre 1823 e 1828, intitulado “Do fim do vintismo às cortes tradicionais de Lisboa”, por Daniel Estudante Protásio. Conta ainda com um artigo de António Pinheiro Marques sobre a Rainha D. Amélia, um destacável sobre o lançamento da Fotobiografia do Senhor Dom Duarte (com a apresentação de José Miguel Sardica), além de diversos textos de opinião, notícias das actividades do Movimento Monárquico e da Família Real Portuguesa.

Visita Guiada - D. Afonso Henriques: Lisboa, A Grande Conquista e Badajoz, A Queda

A partir de 1130, Coimbra será a base de D. Afonso Henriques para a conquista de territórios ao Islão, na fronteira do Mondego. Mas, por mais ambição e coragem que tivesse, o pequeno condado portucalense não dispunha de meios humanos ou materiais suficientes para grandes conquistas. Um casamento estratégico foi a manobra encontrada por D. Afonso Henriques para reunir as condições que lhe permitiram a espetacular tomada de Al-Usbuna, daí em diante, a Lisboa portuguesa. Anos depois, uma última incursão a Badajoz ditará o fim da vida guerreira do primeiro rei de Portugal.

Terceira das três visitas pelo percurso de D. Afonso Henriques conduzidas pelo medievalista Luís Carlos Amaral.

Para ver clique aqui.

Rei D. Carlos I e Rainha D. Amélia em visita ao Porto (1891) - Parte 7

Novembro de 1891:

Os Reis de Portugal visitaram a fábrica de fiação do Porto.


A Família Real visitou o Porto de Leixões e preparava-se para visitar Viana do Castelo.


A Família Real visitou Braga.


Palavras do Rei:


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domingo, 31 de maio de 2026

Afonso no XXXVI aniversário da Real Associação de Lisboa

30 de Maio de 2026:

S.A.R. o Príncipe da Beira esteve ontem presente no XXXVI aniversário da Real Associação de Lisboa que contou com uma visita histórica ao Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Queijas, e que registou a adesão de numerosos associados.

O programa incluiu uma visita guiada pelo Reitor do Santuário, o Rev. Padre Alexandre Ferreira dos Santos, e o acolhimento da direção da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha, representada pelos doutores Manuel Gonçalves, Alcino Loureiro, Almeida Nunes e André Perestrelo Morais.

Fotografias: Real Associação de Lisboa










Fonte: Facebook Casa Real Portuguesa

sábado, 30 de maio de 2026

Rei D. Carlos I e Rainha D. Amélia em visita ao Porto (1891) - Parte 6

Novembro de 1891:

Os Reis de Portugal assistiram à missa na capela de recolhimento dos órfãos de S. Lazaro, celebrada pelo cardeal D. Américo.


O Rei D. Carlos assistiu à inauguração da exposição:


A Família Real chegou à câmara municipal às 3 horas, sendo recebidos à entrada por quase toda a vereação portuense. 










Braga estava a preparar-se para receber a visita da Família Real:



Fonte: Diário Ilustrado

Casa do filho do Duque de Bragança alvo de assalto no valor de 27 mil euros

Residência de Afonso de Bragança foi invadida por volta da uma da manhã

A casa do filho do Duque de Bragança, em Lisboa, foi alvo de um assalto na madrugada de quarta-feira.

Ao que a CNN Portugal apurou, a casa de Afonso de Bragança foi invadida por volta da uma da manhã.

Os assaltantes levaram vários artigos no valor de cerca de 27 mil euros.

No local estiveram várias equipas da PSP.

Foi ainda feita a recolha e análise de impressões digitais no local, no âmbito da investigação em curso.

Fonte: https://cnnportugal.iol.pt/

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Rainha D. Amélia ofereceu uma recepção no Palácio de Belém (1891)

22 de Dezembro de 1891:

A Rainha D. Amélia ofereceu uma recepção no Palácio de Belém onde recebeu as seguintes senhoras:

A Condessa de Mesquitela, a Condessa de Gouveia, D. Anna Beruex de Serpa Pimentel e a filha, D. Joanna Chaves Hintze Ribeiro, a Viscondessa de Castro Guedes e a sua filha D. Leonor, D. Maria José de Portugal da Costa Pinto, madame Mathias de Carvalho, etc.

Fonte: Diário Ilustrado

Bosque Real do Marão - Assinatura do Protocolo

S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.

O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.

Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor  Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.

O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.

A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.

O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.


quinta-feira, 28 de maio de 2026

O diário da segunda viagem à Europa de D. Pedro e D. Luís

DIÁRIO DE UMA VIAGEM RÉGIA

Encontra-se atualmente à guarda da Biblioteca da Ajuda um caderno pautado, forrado a verde com lombada e cantos em couro, com o registo diarístico de uma viagem a vários países da Europa, o qual pertence à colecção do Arquivo do Palácio Nacional da Ajuda, onde entrou por compra a um particular em 1989. O título manuscrito na pasta superior "2ª Viagem" é desenvolvido na 1ª página como "Segunda Viagem / de S. M. ElRei O Senhor D. Pedro V. / e de S. A. O Sereníssimo Senhor Infante D. Luiz."

Um primeiro olhar traz à memória os diários das viagens de D. Pedro V e outros escritos deste monarca, autógrafos e cópias, sobre assuntos diversos que podem ser reconduzidos a reflexões sobre aspectos administrativos, militares ou sociais e que integram a colecção de avulsos da Biblioteca da Ajuda. No entanto, a leitura 'esbarra' na língua em que está escrito o caderno: francês, bem como, na referência objectiva a D. Pedro V, personagem das acções registadas. Os manuscritos autógrafos das viagens ao estrangeiro em 1854 e 1855 são conhecidos desde o início do séc. XX e estão à guarda da Biblioteca Nacional de Portugal [Cod. 9155/6/7, 3 vols.]. São parciais, relativamente à extensão geográfica e cronológica das viagens, e apresentam-se em português. Também o Diário de uma viagem ao Norte com os seus pais e irmão, em 1852, que constitui o documento avulso BA 54-XI-31, nº 2 revela estas duas características. O uso do francês é então um aspecto inédito e que levanta interrogações relativamente à autoria do mesmo, uma vez que não há assinatura no registo diarístico.

O conjunto de folhas ocupadas com as contas, compras e presentes desta viagem de 1855, relegadas para o final do caderno, mantidas entre páginas em branco, só é detetavel na sua importância de fonte primária após uma análise cuidada do conteúdo do caderno. E é este desafio, promovido pelas aparentes incongruências detectadas pela leitura e folheação do caderno, que nos leva à análise e divulgação desse documento, num pequeno artigo disponível na secção "Estudos" do site do Palácio Nacional da Ajuda.

Autora: Fátima Gomes

Biblioteca da Ajuda

Jul.-Set. 2022

Fonte: https://www.palacioajuda.gov.pt/paginas/acf171e0

Rei D. Carlos I e Rainha D. Amélia em visita ao Porto (1891) - Parte 5

Novembro de 1891:

Artigo sobre a visita:



O Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia regressaram ao Paço, depois de terem visitado a fábrica da fundição  do Bolhão, Social Costa Braga e tecidos de seda de Francisco José Nogueira.


Os Reis de Portugal chegaram às 3 horas e 10 minutos ao edifício da associação comercial, sendo recebidos à entrada pela direção, negociantes e autoridades dirigindo-se para o salão árabe onde subiram ao trono ali armado.



Os Reis de Portugal foram recebidos na Misericórdia pelo conde Samodães.


Fonte: Diário Ilustrado

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Rei D. Carlos I e Rainha D. Amélia em visita ao Porto (1891) - Parte 4

Novembro de 1891:

A Família Real Portuguesa continuou a sua visita ao norte do país, nomeadamente ao Porto.

A Família Real visitou a fábrica de fiação e tecidos de Asneiros, a fábrica de artefactos de malha da Boavista e o hospital Maria Pia.


Realizou-se no Palácio dos Carrancas o primeiro dos três grandes banquetes .


O Rei visitou o hospital dos alienados. A Rainha D. Amélia e o Príncipe Real Luís filipe recolheram ao Paço acompanhados do presidente do conselho.









A Família Real assistiu ao espetáculo de gala. A Família Real apareceu no camarote real e foi saudada por prolongadas salvas de palmas, sendo erguidos muitos vivas à Família Real, que foram calorosamente correspondidos.


Fonte: Diário Ilustrado