A SIC foi conhecer o Palácio de S. Marcos, às portas de Coimbra. Foi reconstruído na década de 50 para receber a família dos duques de Bragança depois do regresso a Portugal.
O Palácio de São Marcos nasceu das ruínas de um mosteiro do século XV. O edifício, às portas de Coimbra, foi reconstruído na década de 50 para receber a família dos duques de Bragança depois do regresso a Portugal. Vamos conhecê-lo.
O caminho de entrada revela a imagem do que resta do antigo Mosteiro, a Igreja de S. Marcos resistiu à passagem do tempo e é já há mais de um século monumento nacional
A famosa pedra de Ançã, com origem aqui bem perto, foi o material escolhido para o trabalho de vários arquitetos e escultores, que deixaram como herança um património singular.
Com a extinção das ordens religiosas, os monges de São Jerónimo deixaram o Mosteiro que em 1860 foi destruído por um incêndio, a que apenas escaparam a igreja e a botica.
Mas este fez-se no meio do campo, a 20 quilómetros de Coimbra, em pleno Estado Novo, o palácio nasceu das ruínas do antigo mosteiro para ser a casa dos duques de Bragança que, entretanto, tinham regressado do exílio.
Vítor Sá, o filho do caseiro, cresceu com os filhos dos pretendentes ao trono.
A doce vida no palácio contrastava com as condições nas aldeias mais próximas.
A família continuou no palácio até à revolução, tendo acabado por sair em agosto de 1975
Com a partida da família, o palácio acabou por chegar às mãos da Universidade de Coimbra, a quem o espaço está confiado desde a década de 80. Para já, a reabilitação chegou apenas à igreja de S. Marcos.
O potencial para novas utilizações espera por avultados investimentos que permitam responder às marcas deixadas pelo tempo.
Fonte: https://sicnoticias.pt/

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