sábado, 23 de novembro de 2024

Estrutura Descravada do Diadema da Rainha D. Estefânia


Não se vislumbra qualquer opulência, brilho ou efeito de sedução quando olhamos para aquilo que restou da magnífica tiara da rainha D. Estefânia (1837-1859), uma simples estrutura descravada em prata forrada a ouro. É preciso recuperarmos a sua história e as descrições que dela se conhecem para percebermos que, provavelmente, terá sido uma das joias mais sumptuosas da Coroa portuguesa, no que respeita à joalharia feminina. Basta frisar que este diadema que D. Pedro V (1837-1861) ofereceu à sua rainha consorte no casamento, em 1858, apresentava entre 3500 a 4000 diamantes artisticamente cravejados.



Sabemos, contudo, que sendo uma tiara com uma estrutura articulada, podia ser usada de duas maneiras: ou fechada, exatamente como uma coroa a cingir toda a cabeça, ou aberta, como um diadema."



Texto traduzido do livro The Royal Treasure: Untold Stories, publicação exclusiva do Museu do Tesouro Real.



1) Estrutura do diadema da rainha D. Estefânia: Portugal, 1858

Raimundo José Pinto — casa Pinto & Souza

Prata, ouro.

2) Stephanie of Hohenzollern, s/d. Royal Collection Trust.


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