Já foi divulgada a edição nº 23 do "Correio Real" que tem em destaque além duma reportagem da recente visita da Família Real aos Açores, um ensaio sobre a coroa britânica - uma muito antiga história de modernidade, um artigo sobre a Casa da Rainha, a instituição que na corte do antigo regime dava apoio às soberanas, e uma entrevista ao Professor Manuel Braga da Cruz, antigo reitor da Universidade Católica e um dos maiores activos, intelectuais e humanos, do movimento monárquico.

Se me não falha a memória a realeza acabou em 1910. Acho um pouco de saudosismo a mais falar-se em Família Real. Família Portuguesa, cujo pai de família tem um bisavô que foi rei, que por acaso até os portugueses do anos 1830 puseram a correr de Portugal.
ResponderEliminarEnfim, não me tira nenhum bocado, mas chego a pensar que devem estar a viver num museu vivo.
Zé Onofre
Não concordo. A realeza não acabou em 1910. A Família Real continuou a existir e ainda existe. E a causa monárquica continua a ter muitos apoiantes.
ResponderEliminarA república é que é ilegal e nunca foi referendada e os portugueses nunca afirmaram que a queriam.
Boa Noite
ResponderEliminarAs revoluções nunca são referendadas. Ouse ganham ou se perdem.
Nunca nenhum regime deixou de existir por voto. Por exemplo o Liberalismo nasceu de uma revolução, não por referendo. E da natureza de mudanças de regime.
Não sou monárquico, mas o meu pai foi e andou nas guerrilhas da Monarquia do Norte. Quem me dera ainda falar com ele sobre a Monarquia. Eu é que creio que Inês é Morta, e só um milagre, uma revolução a trará à vida. E se por acaso essa hipotética Revolução Triunfar terá toda a legitimidade que a vitória lhe deu. Não precisará de ser referendada.
Obrigado pelo prazer de falarmos sobre um tema querido ao meu pai.
Zé Onofre.