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O título de Conde de Ficalho foi restaurado em 25 de Abril de 1789 por D. Maria I, rainha de Portugal, a favor de D. Isabel Josefa de Breyner e Meneses. O título foi outorgado em vida da titular, mas foi sempre renovado nos seus herdeiros até ao 5.º conde, tendo no filho herdeiro deste sido apenas renovado o título de Marquês de Ficalho (3.º marquês), tendo o mesmo sucedido no sucessor deste último (4.º marquês).
D. Eugénia Maurícia Tomásia de Almeida Portugal, viúva de D. Francisco José de Melo Breyner Teles da Silva, 2.º conde de Ficalho, recebeu de D. Maria II, rainha de Portugal, dois títulos: em 4 de abril de 1833 o título de Marquesa de Ficalho e, em 14 de maio de 1836, o título de Duquesa de Ficalho. Ambos os títulos foram outorgados em vida da 1.ª titular. O título de Duquesa de Ficalho está relacionado com o exercício do cargo de camareira-mor da rainha D. Maria II, pelo que não foi renovado. O título de Marquês de Ficalho foi renovado no 3.º conde de Ficalho, bem como no filho e neto herdeiros do 5.º conde de Ficalho.
D. Eugénia Maurícia Tomásia de Almeida Portugal foi camareira-mor da Rainha D.Maria II e da Rainha D.Estefânia.
Francisco Manuel de Melo Breyner, 4º Conde de Ficalho, foi Gentil-Homem da Câmara de D. Luís, camarista de D. Carlos e, mais tarde, por morte do Marquês de Ficalho, Mordomo-Mor da Casa Real e membro do Conselho de Estado, efectivo a partir de Maio de 1893.
D. Josefa de Meneses Brito do Rio foi dama da Rainha D. Maria Pia de Sabóia.
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O Palácio dos Condes de Ficalho
Pode ver um documentário sobre o Palácio dos Condes de Ficalho no site da RTP Arquivos
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