quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O Vice-presidente da Câmara de Cascais, Domingos de Freitas, saúda S. M. a Senhora Rainha Dona Amélia

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FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=485123288196195&set=a.592980870743769.1073741861.387789074596284&type=1&theater

2 comentários:

  1. Muito gostam vocês de formulas como " Sua Magestade Sereníssima " e afins.
    É, os fidalgos e as sopeiras têm muitas afinidades. É tal cena dos extremos se tocarem.
    Não só é (felizmente) ultrapassado, é pinderequice sabuja. Claro que este comentário não será publicado ou será removido mas não pretendo mudar o mundo mas apenas que o autor saiba o que algumas pessoas pensam da cena monárquica.

    P.S. Isto dito sou pela manutenção das casas reais (apoiadas pelo Estado) (*) e cuja função seria a preservação do património, o patrocínio cultural e o apoio social e outras funções similares. E porque, por bem ou mal existem e são uma entidade cultural. Claro que a quequaria queria era a sabujice e as fidalgarias e como isso já não é aceitável pela modernidade irão parar ao caixote de lixo da História sem glória nem grandeza - quem tudo quer tudo perde.
    (*) E isto incluiria as famílias aristocráticas na posse de património histórico relevante.

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  2. Primeiro quero que saiba que não vou remover o seu comentário, respeito todos sejam de monárquicos, republicanos ou de quem não tem opinião formada sobre o assunto.
    Agora quero que saiba que a monarquia faz parte da História de Portugal e que foi a monarquia que construiu o país e a República desde 1910 só o tem destruído. Podia dizer muito mais mas não o vou fazer.
    E os termos como Sua Majestade ou Sua Alteza Sereníssima existem e não há mal nenhum nisso, que se saiba.

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