terça-feira, 30 de setembro de 2025

Família Real em visita ao Norte (1887) - Dia 3

27 de Setembro de 1887:


A Família Real participou numa recepção na estação de Espinho.



A Família Real visitou a exposição industrial:






A Família Real visitou o porto de Leixões:





A Família Real participou na recita de gala no Teatro de S. João:





A Marquesa de Pomares ofereceu uma boneca ao pequenino Príncipe da Beira, Luís Filipe. Quem lhe entregou a boneca foi uma criança, filha da escritora, D. Maria Amélia Vaz de Carvalho.



Fonte: Diário Ilustrado

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Investidura de novos cavaleiros e damas da Real Ordem do Arcanjo São Miguel

27 de Setembro de 2025


SS.AA.RR. o Duque de Bragança e o Príncipe da Beira participaram na Investidura de novos cavaleiros e damas da Real Ordem do Arcanjo São Miguel no sábado passado, no Mosteiro de Alcobaça. A cerimónia foi presidida por S.E.R. o Senhor D. Manuel António Mendes dos Santos, Capelão Geral da Ordem, contando com a presença do Arcebispo Thimothy Broglio, presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América.
Durante a cerimónia, o Príncipe Herdeiro recebeu a espada do S.M. o Rei D. Miguel, como patrono da Ordem.
Estiveram presentes delegações de Macau, Alemanha, França, Espanha, Itália, Malta, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil, Suécia, Suíça, Países Baixos, Polónia, Filipinas, Hong Kong, Áustria e Bélgica.



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 


 

Fonte: Facebook Casa Real Portuguesa

Inauguração do Memorial a Cristóvão Colombo no Castelo de Ourém

26 de Setembro de 2025:


SS.AA.RR. o Duque de Bragança e o Príncipe da Beira presidiram à inauguração do Memorial a Cristóvão Colombo na sexta-feira passada no Castelo de Ourém. A cerimónia contou com a presença do Duque de Veragua, de S.E.R. o Senhor D. Rui Valério, Patriarca de Lisboa, e do Arcebispo Thimothy Broglio, presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América, entre vários outros convidados presentes na Peregrinação Internacional da Real Ordem do Arcanjo São Miguel a Fátima.



 



 



 



 



 



 



 



 



 



Fonte: Facebook Casa Real Portuguesa

domingo, 28 de setembro de 2025

Réplica histórica da cama onde morreu D. Pedro IV em 1834 apresentada no Palácio de Queluz


Na construção foram usadas as madeiras que constavam no inventário do Palácio, "a madeira de espinheiro, que tem algum revez, de cor amarelada, muita densa e cheiro característico, e para os interiores casquinha vermelha, e um inox na estrutura", disse o carpinteiro/restaurador Rodrigo Bobone.


Uma réplica histórica da cama onde há 191 anos morreu o rei D. Pedro IV, no Palácio de Queluz, foi, esta quinta-feira, apresentada, no intuito de "melhorar" a visita ao monumento e "proporcionar uma oferta turístico-cultural diferenciada".


A construção da réplica, segundo os meios artesanais da época, com o mesmo tipo de materiais, segundo a documentação, nomeadamente uma aguarela de Ferdinand Feubure, datada de 1850, levou um ano, confessou à agência Lusa o seu autor, o carpinteiro Rodrigo Bobone.


Este projeto, iniciado em 2022, foi um investimento de cerca 100 mil euros, disse à Lusa o presidente da Parques de Sintra-Monte da Lua (PSML), João Sousa Rego.



A Parques de Sintra-Monte da Lua é uma empresa de capitais públicos, que tem como objetivo a salvaguarda e valorização da paisagem património da humanidade, cabendo-lhe a gestão de alguns dos monumentos, entre eles o Palácio Nacional de Queluz (PNQ).


A cama encontra-se na Sala D. Quixote, "uma das mais sumptuosas" do Palácio, segundo o conservador do PNQ, Hugo Xavier. Esta sala teve várias funções ao longo da história da monarquia portuguesa, tendo servido também para reuniões do Conselho de Estado.


Nesta sala, Quarto do Rei, morreu, precisamente em 24 de setembro de 1834, D. Pedro IV, o 26.º rei de Portugal e o primeiro imperador do Brasil, a duas semanas de completar 36 anos, quatro dias depois de sua filha, D. Maria II, se tornar rainha de Portugal.


D. Pedro, apelidado "o rei-soldado", liderou as tropas liberais contra o seu irmão D. Miguel, defensor da monarquia absolutista.


O monarca declarou a independência do Brasil, em 07 de setembro de 1822, e a sua ação militar, política e diplomática instaurou o liberalismo em Portugal, levando o irmão a exilar-se na Áustria, depois de capitular e assinar a Convenção de Évora Monte, em 1834.


A réplica da cama, em estilo império, é da responsabilidade de Rodrigo Bobone, sendo este o seu primeiro trabalho para o PNQ.


Na construção foram usadas as madeiras que constavam no inventário do Palácio, "a madeira de espinheiro, que tem algum revez, de cor amarelada, muita densa e cheiro característico, e para os interiores casquinha vermelha, e um inox na estrutura", disse o carpinteiro/restaurador Rodrigo Bobone.


Adília Botelho foi a responsável pelos têxteis, tendo sido usados damasco, piquet de estofo, crina animal e vegetal, e uma transparência lisa tipo cassa, e as borlas foram feitas em tear e à mão, explicou à Lusa.


A cama original, datada de cerca de 1800, ardeu na sequência do incêndio no PNQ, em outubro de 1934, e foi possível reconstituí-la através da equipa de investigação interna palácio, explicou João Sousa Rego, afirmando "o objetivo de reforçar a qualidade da visita e dar oportunidade aos visitantes de conhecerem e terem as vivências da época".


O responsável adiantou que "há vários projetos com investigação histórica associada no PNQ", com inauguração prevista para o próximo ano, como o restauro da sala seguinte à D. Quixote, o oratório de D. João VI.


Sousa Rego assinalou que a PSNL pretende, com estas intervenções, "proporcionar uma oferta turístico-cultural diferenciada".


O PNQ, nos arredores de Lisboa, localiza-se numa área de aproximadamente 16 hectares, e tem visitáveis 60 divisões das cerca de cem que constituem o seu núcleo.


Fonte: https://sicnoticias.pt/

Família Real em visita ao Norte (1887) - Dia 2

26 de Setembro de 1887:


A família real visitou, com toda a sua comitiva, a Exposição Industrial e o Museu. 



O presidente da camara municipal levantou vivas a cada um dos régios vianjantes e a toda a família real. A multidão que apareceu para ver a família real era enorme. Depois realizou-se uma recepção.



A família real recebeu os cumprimentos de bastantes pessoas:





Realizou-se uma recepção no andar nobre:




Fonte: Diário Ilustrado

sábado, 27 de setembro de 2025

Família Real em visita ao Norte (1887) - Dia 1

25 de Setembro de 1887:


Ás 7 horas e 40 minutos a Família Real chegou à estação dos caminhos de ferro, onde já estava o ministério, altos funcionários cívis e militares, os pares do reino e deputados, etc.







Programa da visita ao Porto:





Fonte: Diário Ilustrado