quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Duques de Bragança na revista VIP em 1999

Duques de Bragança na capa da revista VIP em 1999:


Os Duques de Bragança chocados com o "Holocausto" em Timor


Á espera de Dinis que nascerá em Dezembro:


"Ainda vale a pena trazer crianças ao mundo"


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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Duquesa de Bragança e Infante D. Dinis na procissão do Senhor dos Passos da Graça

Centenas de fiéis participaram no dia 25 de fevereiro, nesta manifestação de fé, que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e do vice-presidente Filipe Anacoreta Correia.


Celebrada sempre no segundo domingo do período da Quaresma, a procissão do Senhor dos Passos da Graça evidencia o trajeto percorrido na paixão e morte de Jesus Cristo.



Cumprindo uma antiga tradição, a Família Real marcou presença na secular Procissão do Senhor dos Passos, entre a Igreja de São Roque e a Igreja da Graça.



Este ano, foi SA o infante D. Dinis, o duque do Porto, que, segundo o hábito da Casa Real Portuguesa, segurou o palio, à frente, do lado direito. SAR a Senhora D. Isabel, a duquesa de Bragança, acompanhou igualmente a procissão. 

Quem também marcou presença na procissão foi a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança.



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domingo, 25 de fevereiro de 2024

D. Duarte Pio, Duque de Bragança, em entrevista a’O CLARIM

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O Duque de Bragança, D. Duarte Pio, recebeu no início da semana, em Macau, o Prémio do Património para a Paz, galardão atribuído pela Fundação Sino-Phil Asia International, que distingue o contributo que deu à autodeterminação do povo timorense. Durante a breve passagem por Macau e por Hong Kong, o chefe da Casa Real Portuguesa fez questão de acompanhar a procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos e de visitar o Club Lusitano. D. Duarte Pio em entrevista a’O CLARIM.


O CLARIM – Acaba de ser distinguido pela Fundação Sino-Phil Asia International com o Prémio do Património Para a Paz. Que significado atribui a este prémio, ainda mais tendo a cerimónia decorrido em Macau?


DOM DUARTE PIO – Quando me disseram que me queriam atribuir o Prémio e que estavam a pensar fazê-lo nas Filipinas, onde os demais prémios foram atribuídos, eu pedi que a cerimónia fosse conduzida em Macau, porque achei que era mais interessante do que sendo nas Filipinas.


CL – Como é que convive com esta distinção de pacificador, de obreiro da paz? Não é para todos…


D.D.P. – Eu descobri que a minha posição familiar, de representante da Casa Real Portuguesa, tem um grande impacto, em todo o caso nos países lusófonos e em geral na Ásia e em África, nos países onde ainda prevalecem monarquias fortes. Por exemplo, na Tailândia fui convidado pela Família Real, dado que possui por si só alguma relevância. Lembro-me, por exemplo, de que quando estive no Japão fui fazer uma visita ao Imperador e o Imperador, na despedida, veio comigo à porta de casa. O “chauffeur” do hotel, que me tinha ido levar, ficou tão impressionado que telefonou para a direcção e quando chegámos ao hotel estavam os responsáveis todos à porta para me cumprimentar, porque eu tinha sido cumprimentado pessoalmente pelo Imperador. Depois acabaram por dar ordem para mudar o meu quarto, porque eu tinha procurado o quarto mais barato que havia naquele hotel, porque era um hotel bastante caro. Puseram-me numa suíte pelo preço do quarto mais pequeno. Mas isto ajuda muito, esta posição familiar. Depois, de facto, há as minhas posições pessoais, que em geral, as pessoas de bom senso – algumas podem não concordar, mas pelo menos aceitam – consideram que são válidas. Por isso é que eu sou muito bem aceite, por exemplo, desde o Partido Comunista até aos meios, enfim, mais conservadores. Por exemplo, o meu visto para entrar na Indonésia, que era necessário para ir a Timor, diz “Rajah de Portugal”, e os rajás indonésios são pessoas muito importantes ainda. Representam as antigas famílias reais indonésias. E isto de ser rajá de Portugal dá-me logo uma facilidade de contactos de alto nível que outras pessoas não têm.


CL – É um facto que em relação a Timor-Leste, D. Duarte antecipou de certa forma esta causa, que só depois se tornou uma causa de todo o Portugal…


D.D.P. – Porque os políticos tinham desistido. Achavam que não se justificava continuar em conflito com a Indonésia por causa do caso de Timor, sobretudo quando os Estados Unidos já estavam alinhados com a Indonésia, não estavam contra. Esqueceram-se que, em primeiro lugar, o papel de um governante português é proteger Portugal, muito antes de qualquer outro papel que possa ter. Proteger politicamente, militarmente, economicamente e de todas as maneiras. E isto é algo que muitos políticos, simplesmente, esquecem. Isto, por um lado. Por outro, eu podia ajudar muito mais os nossos Governos se eles aceitassem, exactamente por causa da facilidade de contacto. O único país, digamos importante, que eu não visitei – e tenho algumas dúvidas se vou visitar – é a Coreia do Norte.


CL – Visitou Macau em períodos diferentes. Como vê a evolução do território ao longo dos anos?


D.D.P. – Sim. Há aspectos que são sempre delicados. Por exemplo, eu acho que se devia ter evitado, e devia-se evitar para o futuro, deixar construir demasiado, pelo menos na Península; e se houver construções a fazer, seria preferível fazê-las nas ilhas ou onde entendessem melhor, mas não na parte histórica da cidade. Isso é um cuidado que seria importante ter. No entanto, é notável que políticos que não têm nada que ver com a História de Portugal tenham manifestado este cuidado de preservar, também, o património cultural de Macau.


CL – Património que não é só património físico…


D.D.P. – Não, não. Património espiritual!


CL – Fez questão de participar na procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos…


D.D.P. – É muito emocionante e é muito interessante ver que uma procissão que em Portugal existe há séculos e que aqui existe há mais de quatrocentos anos, continue a ter uma expressão espiritual tão forte. Havia uma rua inteira cheia de gente a seguir a procissão. A devoção a Cristo e à Virgem Maria é algo que, felizmente, os nossos antepassados souberam introduzir aqui de maneira profunda e que ficou até hoje. Muitas das pessoas que vi na procissão, foi-me explicado que nem sequer eram católicas. Eram budistas, eram taoistas ou protestantes, mas para elas é muito importante participar.


CL – Esta componente religiosa, esta componente do Catolicismo, faz parte também do legado que Portugal deixou ao mundo?


D.D.P. – Bem, é o principal e é o pretexto ou o motivo pelo qual os Reis de Portugal se aperceberam que tinham a obrigação de levar essa fé para o mundo. Primeiro, o pensamento do Rei D. Dinis e da Rainha Santa Isabel, depois a ideia do Quinto Império, que era um império espiritual, não era um império político, pois o papel de Portugal não era o de criar um império político, mas desenvolver o Império do Espírito Santo no mundo. Por isso é que, se repararem bem, praticamente não há conquistas portuguesas no desenvolvimento do Império. É tudo por alianças, por acordos. As únicas guerras que tivemos foram contra-ataques, quando fomos atacados, sobretudo pelos aliados dos turcos, do Império Otomano.


CL – Uma última questão, que é também uma pequena provocação. Foi acompanhado neste périplo a Oriente pelo seu filho, D. Dinis, Duque do Porto. Se Portugal fosse uma monarquia, o seu filho mais velho, D. Afonso, seria o próximo Chefe de Estado. Acredita que um dos seus filhos pode vir a ser Rei de Portugal?


D.D.P. – Depende do raciocínio lógico dos portugueses. Se pensarmos com lógica, em Portugal, se procurarmos perceber que instituição funciona melhor hoje em dia na Europa e no mundo, se são os regimes republicanos ou as monarquias, basta comparar. Monarquias com problemas de desonestidade a nível governamental há muito poucas. É muito raro! E em geral são problemas secundários. Repúblicas que não são democráticas e que são muito corruptas, uma grande parte delas. Repúblicas verdadeiramente honestas, na Europa temos a Suíça, a Alemanha. E é isso. Eu não encontro verdadeiramente mais nenhuma república na Europa que seja intrinsecamente honesta.


Fonte: https://www.oclarim.com.mo/todas/d-duarte-pio-duque-de-braganca-e-pretendente-a-coroa-portuguesa/?fbclid=IwAR2VtrYVJX2861QS5L7Cqu2B2-j5hlTTUxc-aC4f2BOnBixRGF7CVLouq6k

Duquesa de Bragança visitou a exposição "Memórias da Praia da Corte: D. Luís e D. Maria em Cascais"

Isabel de Herédia, Duquesa de Bragança, casada com D. Duarte Pio de Bragança, herdeiro da Coroa portuguesa, esteve na tarde de sexta-feira (23 de fevereiro) em Cascais, onde foi recebida pelo presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras e pelo presidente da Fundação D. Luís I, Salvato Teles de Menezes. Isabel de Herédia aproveitou para desfrutar de uma visita guiada, pelo curador João Miguel Henriques, à exposição "Memórias da Praia da Corte: D. Luís e D. Maria em Cascais", patente na galeria de exposições do Palácio da Presidência, na Cidadela de Cascais.


A exposição mostra a relação da Família Real com Cascais e o decisivo contributo de D. Luís e D. Maria Pia para a importância da vila enquanto capital do lazer em Portugal.


Aqui se reconstituem os momentos mais simbólicos da passagem real pelo concelho, exibindo bens museológicos, arquivísticos e biblioteconómicos, numa organização da Câmara Municipal de Cascais e da Fundação D. Luís I, no âmbito da programação do Bairro dos Museus.


Estes são os últimos dias desta mostra que só estará patente ao público até domingo, 25 de fevereiro.


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Fonte: Facebook Câmara Municipal de Cascais

sábado, 24 de fevereiro de 2024

Visita de Dom Duarte, Duque de Bragança, e Dom Afonso à XII Feira do Folar e dos Produtos da Terra, em Valpaços (2010)

A visita de SS. AA. RR., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e do Infante Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, à XII Feira do Folar e dos Produtos da Terra, em Valpaços, no dia 28 de março de 2010, decorreu num ambiente muito animado e com enorme participação popular.

À chegada ao Pavilhão Multiusos, onde decorreu o evento, os Reais visitantes, acompanhados pelos membros da Direcção da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro e pelo Eng.º Manuel Barreira da Cruz, responsável pelo Núcleo Concelhio de Valpaços da Real Associação, foram calorosamente acolhidos pelos responsáveis pela organização da Feira.


O Duque de Bragança e o Príncipe da Beira puderam comprovar o empenho e a dedicação dos produtores locais de azeite, de enchidos, de vinhos regionais transmontanos, e demais produtos regionais, na promoção dos produtos da terra e na sua valorização a nível nacional, como marcas da identidade e da cultura gastronómica transmontanas.

Após a visita à XII Feira do Folar, O Duque de Bragança e O Príncipe da Beira percorreram as ruas de Valpaços, recebendo os cumprimentos de muitos locais e de forasteiros, e dirigiram-se para os Paços do Concelho onde foram recebidos pelo Presidente da Câmara Municipal, o Eng.º Francisco Baptista Tavares. O Presidente da edilidade valpacense congratulou-se com a presença do Senhor Dom Duarte e de Dom Afonso no Município de Valpaços, tendo destacado no seu breve discurso alguns factos positivos dos tempos da Monarquia, e alertado para a forma injusta como por vezes se faz referência à Instituição Monárquica e a alguns Reis de Portugal.
Durante a sessão de boas-vindas, o Presidente da Câmara de Valpaços ofereceu ao Duque de Bragança uma colecção de litografias de aguarelas alusivas ao Concelho de Valpaços, da autoria do artista plástico flaviense Mário Lino.
O Duque de Bragança retribuiu a oferta com a entrega de uma medalha comemorativa da Canonização do Santo Condestável, Dom Nuno Álvares Pereira.

A encerrar a sessão de boas-vindas, o Duque de Bragança foi convidado a assinar o Livro de Honra dos Paços do Concelho.
S.A.R., O Duque de Bragança assina o Livro de Honra dos Paços do Concelho. O Eng.º Francisco Baptista Tavares aproveitou a ocasião para relatar um episódio curioso e simbólico relacionado com a assinatura do Livro de Honra. Referiu ele que o Livro de Honra foi aberto há cem anos com a assinatura de Afonso Costa, e que, passado um século, no ano do Centenário da implantação da república, como que por ironia do destino, o Sucessor Dinástico dos Reis de Portugal e representante da Instituição Monárquica, que Afonso Costa atacou de forma enérgica e até mesmo violenta, estava ali a assinar precisamente o mesmo Livro de Honra.


A terminar a visita a Valpaços, O Duque de Bragança e O Príncipe da Beira honraram os muitos monárquicos locais com a sua presença num jantar promovido pelo Núcleo Concelhio local da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro e no qual participaram cerca de 60 pessoas.
A enorme adesão popular que foi patente durante a visita de SS.AA.RR., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e de Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, à XII Feira do Folar e dos Produtos da Terra, será certamente recordada com agrado por todos os valpacenses e pelas Gentes de Trás-os-Montes que acorreram à hospitaleira cidade de Valpaços no dia 28 de Março.


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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Livro das Homenagens Fúnebres do Rei D. Carlos I e da Príncipe Real Luís Filipe

Nos dias e semanas que se seguiram ao Regicídio continuaram a chegar os ecos da dor dos portugueses. De todas as partes do mundo chegavam manifestações de pesar, sobretudo dos locais onde havia mais portugueses. Do Brasil, mais concretamente de Campinas, chegou um álbum com a data de 22 de Fevereiro de 1908, destinado a mostrar à Família Real Portuguesa o que havia sido feito em homenagem ao rei assassinado. O Álbum, que faz parte do acervo do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, contém as manifestações de pesar dos portugueses naquela cidade brasileira, que se identificaram em centenas de assinatura. Contém, depois, a descrição e as fotografias das cerimónias fúnebres que aí foram realizadas. Um documento que testemunha a presença massiva de portugueses no Brasil no início do século XX e a forma como estes estavam ligados por laços afectivos à sua terra natal.


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Fonte: Facebook Fundação da Casa de Bragança

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Postal de Ano Novo de Philippe de Saxe-Coburgo à Rainha D. Amélia


Há 130 anos, Philippe de Saxe-Coburgo desejava à “sobrinha”, a Rainha D. Amélia, 365 dias de sorte para o novo ano que chegava, o de 1894.



A imagem representa, aparentemente, um trevo de quatro folhas, onde se inscreve a data de 1894. Amélia e Philippe eram primos, e não tio e sobrinha, através de diversas ligações familiares.


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Fundação Sino-Phil Asia homenageia D. Duarte Pio com Prémio da Paz

D. Duarte Pio, pretendente ao antigo trono de Portugal, foi galardoado com o Heritage Award for Peacemaker pela Sino-Phil Asia International Peace Awards Foundation.


Foi reconhecido pelo seu contributo para a independência de Timor-Leste e pelo seu trabalho de caridade ao longo das últimas décadas no mundo de língua portuguesa. Duarte Pio tem sido um defensor de longa data da autodeterminação de Timor-Leste desde os primeiros anos da ocupação indonésia.


A cerimónia de entrega dos prémios decorreu segunda-feira em Macau, no hotel Artyzen Grand Lapa Macau.


O presidente da Fundação, Billy Chan, afirmou que o prémio, recentemente criado, visa reconhecer “indivíduos extraordinários que fizeram contribuições significativas para a pacificação”.


A Fundação Sino-Phil Asia International Peace Awards foi lançada em Manila em 2015, reunindo profissionais de saúde, académicos, artistas, jornalistas, decisores políticos e filantropos de todo o mundo.


Além de D. Duarte Pio, entre os laureados da edição deste ano da cerimónia dos Prémios Internacionais da Paz Sino-Phil Asia, realizada na semana passada em Manila, estão Bernice King, filha de Martin Luther King; o ex-vice-governador de Nevada, Brian Krolicki; o ex-primeiro-ministro da Croácia, Stjepan Mesić; Dame Tessy Antony-de Nassau, ex-princesa de Luxemburgo, reconhecida por seu papel na promoção da educação, capacitação e trabalho de caridade; Wang Xiaobing, Diretor do Comitê Profissional de Saúde Pública da Fundação Chinesa de Cuidados Primários de Saúde; e o médico radicado em Macau Mário Évora, Presidente da Associação de Cardiologia de Macau e Presidente da Associação dos Médicos de Língua Portuguesa de Macau, entre outras individualidades.


A Fundação também tem se dedicado a apoiar famílias de baixa renda. Há dois dias, eles forneceram suprimentos médicos, cadeiras de rodas e refeições quentes para 250 famílias na cidade de Venezuela, nas Filipinas, disse Billy Chan em seu discurso na segunda-feira.


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Fonte: https://www.macaubusiness.com/sino-phil-asia-foundation-honors-d-duarte-pio-with-peace-award/

Rei Alfonso XIII de Espanha com a Família Real Portuguesa em 1903

No desembarque de bordo do navio" Carlos V ", o rei de Espanha Afonso XIII, dando o braço à rainha D. Amélia. Atrás, D. Carlos com a sua mãe, a Rainha D.Maria Pia de Sabóia. Foto do ano de 1903.


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Fonte: Facebook Memórias da História de Portugal

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Real Gazeta do Alto Minho, N.º 38


Já está disponível a Real Gazeta do Alto Minho, N.º 38

Neste número pode ler:



- Entrevista ao Dr. Carlos Aguiar Gomes

- Editorial, por José Aníbal Marinho

- Campanha eleitoral na república democrática: O que fica por dizer, por José Manuel Castro

- Crónica da Restauração da Independência, por Miguel Villas Boas

- A república das Bananas em 2 actos, por António de Souza-Cardoso

- II Edição do prémio Marquês de Rio Maior para a agricultura, por José Craveiro Lopes Lobão

- Principado de Liechtenstein, por António Pinheiro Marques

- Casamento Real

- Jantar dos Conjurados

- Wokismo!, por Susana da Cunha Cerqueira

- Breve revisão de 2023, pois “Não há Almoços Grátis!”, por Mónica Rodrigues

- Machismo político português, nomeadamente republicano, por António Moniz Palma

- REALmente Exemplares e Consistentes…”, por Paulo Correia Alves


D.Duarte, Duque de Bragança e o Infante Dom Dinis na Procissão de Nosso Senhor do Bom Jesus dos Passos em Macau







Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte e o Infante Dom Dinis, Duque do Porto estiveram presentes na Procissão de Nosso Senhor do Bom Jesus dos Passos em Macau.


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Fonte: Facebook CAUSA REAL




Ligação da Família Real com os Duques de Cadaval


O título de Duque de Cadaval foi criado pelo rei Dom João IV no dia 26 de Abril de 1648, data de nascimento do infante Dom Pedro, futuro rei Dom Pedro II. O primeiro Duque de Cadaval foi D. Nuno Álvares Pereira de Melo (1638-1727), filho de D. Francisco Manuel de Melo, um dos pilares da restauração da independência nacional em 1640, de quem D. Nuno viria a herdar também o título de Conde de Tentúgal e Marquês de Ferreira.


Com o acumular de poder, heranças e títulos, D. Francisco Manuel de Melo passou a ser um dos nobres mais poderosos do reino, para cujo vasto património muito contribuiu a luta desta família pela causa da independência nacional desde 1580 e com ponto alto na restauração em 1640.


Os Duques de Cadaval têm a mesma varonia da Casa Real de Bragança, uma vez que descendem da Casa de Bragança por D. Álvaro, filho do 2º Duque de Bragança e sua mulher, D. Joana, filha do 2º Senhor de Cadaval. Todos os Duques de Cadaval descendem do primeiro Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques e do Santo Condestável, Dom Nuno Álvares Pereira. Entre os inúmeros privilégios da Casa dos Duques de Cadaval, contava-se a autoridade senhorial de poder nomear e confirmar as vereações municipais, podendo nomear ouvidores, escrivães, inquiridores, contadores e outros nas terras da sua jurisdição.


Desde 1648 e até à atualidade, o ducado de Cadaval conta com 11 titulares. Dom Jaime, o 10º Duque de Cadaval, faleceu em Lisboa a 1 de Agosto de 2001, deixando viúva Dona Claudine e duas filhas, Dona Diana, então solteira, e Dona Alexandra. A atual Duquesa de Cadaval, 11ª titular, é a filha mais velha do casal, Dona Diana Álvares Pereira de Melo, SAR a Princesa Diana d’Orléans, Duquesa de Anjou, que casou a 21 de Junho de 2008, na Sé Catedral de Évora, com SAR o Príncipe Charles-Phillippe d’Orléans, Duque de Anjou, descendente dos Reis de França. O casal tem uma filha, SAR a Princesa Isabelle d’Orléans, nascida em Lisboa, a 22 de Fevereiro de 2012.


Nuno Álvares Pereira de Melo, 1º Duque de Cadaval, foi mordomo-mor da Rainha Maria Sofia de Neuburgo (ver biografia aqui).



Em junho de 2008, os Duques de Bragança e os seus filhos estiveram presentes no casamento de Diana, Duquesa de Cadaval, com o Príncipe Charles-Phillippe d’Orléans, Duque de Anjou (ver aqui).


Em março de 2014 a família dos Duques de Cadaval marcou presença nas celebrações do 18 aniversário de Afonso, Príncipe da Beira (ver aqui).


Em maio de 2016 os Duques de Bragança estiveram presentes no lançamento do livro Os Conjurados de 1640 de Charles-Philippe d’Orléans, que na época ainda era marido de Diana de Ca­daval (ver aqui).



Em outubro de 2023, Diana, Duquesa de Cadaval, a sua mãe e a sua filha estiveram presentes no casamento da Infanta Maria Francisca com Duarte Maria de Sousa Araújo Martins.



Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora.


Site do Palácio Cadaval: https://www.palaciocadaval.com/

Duques de Bragança no casamento da Duquesa de Cadaval (2008)

Dom Duarte e Dona Isabel, estiveram presentes no baile de gala que se realizou na véspera do casamento de Diana do Cadaval e do Príncipe Charles-Philippe d'Orleans.

Realizou-se no Palácio das Cinco Quinas, ou Palácio do Cadaval, em Évora, Os noivos reuniram familiares e amigos, entre eles muitos membros da realeza.


 



 



O casamento realizou-se no dia seguinte, 21 de junho de 2008, em Évora: