sexta-feira, 29 de abril de 2022

Rei D. Manuel II com o infante D. Carlos de Espanha no hipódromo de Belém


Fonte: https://ahm-exercito.defesa.gov.pt/viewer?id=163771&FileID=1110726&recordType=Description 

Manuel Teles da Silva, 3º marquês de Alegrete, Gentil-Homem da Câmera de D. João V de Portugal


Manuel Teles da Silva, 3º marquês de Alegrete e 4º conde de Vilar Maior, (Lisboa, 6 de fevereiro de 1682 — Lisboa, 9 de fevereiro de 1736) foi um nobre português.


Pertenceu ao Conselho de Estado, era Gentil-Homem da Câmera de D. João V de Portugal, Senhor de Alegrete 1729, comendador das comendas de Albufeira e numerosas outras na Ordem de Cristo.


Secretário perpétuo da Academia Real da História, instituída por D. João V de Portugal. atinista como o pai e o avô, era um verdadeiro erudito, versado em matemática e em história; para ser um completo fidalgo, segundo o ideal da sociedade do século XVIII, conhecia muito a teoria da equitação.


Casou em 8 de setembro de 1698 com D. Eugênia Rosa de Lorena (1683-1724) filha de D. Nuno, 1º duque de Cadaval, e da duquesa D. Margarida de Lorena.


Foram pais de:


1 - Margarida Ana de Lorena (1703-?), marquesa de Penalva pelo seu casamento + Estevão de Menezes, 1º marquês de Penalva


2 - Fernão Teles da Silva, (1703-?), 4º Marquês de Alegrete + Maria Josefa de Menezes


3 - Helena Josefa de Lorena (1704-1738), casada com D. Manuel Mascarenhas, 3º conde de Óbidos;


4 - Nuno da Silva Teles (11.29.1709-?), marquês de Niza pelo casamento com D. Maria Josefa da Gama, 4ª marquesa de Niza;


5 - Ana Clara da Silva;


6 - Luísa de Lorena (02.05.1712 -?), que casou com D. José João de Portugal e Castro, marquês de Valença;


7 - Maria de Lorena (06.20.1716 -?); casada com D. Pedro José de Noronha Camões, 3º marquês de Angeja


Fontes: https://www.geni.com/people/Manuel-Teles-da-Silva-3-%C2%BA-Marqu%C3%AAs-de-Alegrete-4%C2%BA-Conde-de-Vilar-Maior/6000000014408507039 e https://www.wikiwand.com/pt/Manuel_Teles_da_Silva,_3.%C2%BA_marqu%C3%AAs_de_Alegrete 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Baptizado do Infante D.Manuel, Duque de Beja (futuro Rei D.Manuel II) no "Diário Ilustrado"

Temporada De Concertos 2022 na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa


A Fundação da Casa de Bragança, que promove a iniciativa, revelou hoje que a temporada de concertos de 2022, com entrada livre, vai homenagear o rei D. Manuel II, quando se assinalam os 90 anos da sua morte.


A tradição musical da Casa de Bragança remonta ao período de construção do Paço Ducal, no início do século XVI, de acordo com os promotores.


Na capela do Paço Ducal decorrem oito concertos, até outubro, na última sexta-feira do mês, e o encerramento está agendado para o dia 09 de dezembro, sempre às 21:00.


 

O concerto inaugural, esta sexta-feira, inclui música da época de D. Manuel II, por um quarteto de cordas e sopros, constituído por Catarina Bastos (violino), Gabriela Barros (viola d´arco), César Gonçalves (violoncelo) e Franz-Jurgen Dorsam (fagote e arranjos).


O programa prevê, para o dia 27 de maio, o concerto "Musica Pro Anima", por um trio de canto, violino e harpa, que integra Patrycja Gabrel, Carolina Figueiredo e Ana Castanhito.


Para o dia 24 de junho, está marcado o concerto "De Bach a Reinaldo Hann", por Pedro Vieira de Almeida (piano), Marcos Lázaro (violino) e Ramon Maschio (guitarra clássica).


No dia 02 de julho, data em que se assinalam os 90 anos da morte do rei D. Manuel II, decorre o único concerto desta iniciativa na igreja dos Agostinhos, às 17:00, a cargo da orquestra de clarinetes Invicta All Stars, com direção artística de António Saiote.


Estão ainda agendados para a capela do Paço Ducal, os concertos "Camomiana" (29 de julho), "D. Manuel II e os Românticos -- em torno de Wagner" (26 de agosto), "Viagem pelo Mediterrâneo" (30 de setembro), "Música portuguesa no reinado de D. Manuel II" (28 de outubro) e "Danças Imprevistas" (09 de dezembro).


Fonte: https://www.fcbraganca.pt/eventos/temporada-de-concertos-2022-programa/ 


https://www.noticiasaominuto.com/cultura/1984608/temporada-de-musica-classica-em-vila-vicosa-com-nove-concertos

Duque de Bragança no apoio às vítimas do conflito na Ucrânia

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SAR o Duque de Bragança está a levar a cabo uma campanha de angariação de fundos para apoio às vítimas do conflito na Ucrânia que já totaliza 100 mil euros.


A campanha, realiza-se através das várias representações da Ordem de São Miguel da Ala espalhadas por diversos países e os donativos esses foram enviados directamente para a Ucrânia assim como bens e apoios distribuídos por famílias refugiadas em Portugal, na Alemanha e na Polónia.


Todos os fundos foram enviados directamente pelos membros da Ordem de São Miguel da Ala para as Dioceses na Ucrânia ligadas à Ordem e que ficaram encarregues da distribuição. Uma boa parte desses fundos irá para obras urgentes na zona de Bucha, perto de Kiev.


Em Portugal, a angariação contou com o apoio das Fundações D. Manuel II e Oureana.


Entre os bens distribuídos, contam-se medicamentos, vestuário e agasalhos, bem como bens de primeira necessidade, leite e brinquedos.


Para o Duque de Bragança, “o apoio às vítimas de guerra é muito importante e urgente. Não só para o povo que sofre no local de conflito como para os refugiados”. D. Duarte de Bragança referiu ainda que vai manter esta linha de apoio aberta por forma a continuar a apoiar as vítimas.


A Ordem de São Miguel da Ala está presente em 17 países (nomeadamente na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Croácia, Espanha, Estados Unidos da América, França, Itália, Líbano, Malta, Rússia, Ucrânia, Hungria, São Tomé e Príncipe, Suíça e Suécia) e conta com cerca de 2500 membros. Fundada por D. Afonso Henriques a Ordem apoia maioritariamente obras caritativas na Diocese de São Tomé e Príncipe para além de outras causas humanitárias e culturais.


A Ordem de São Miguel da Ala, é a Ordem Dinástica da Casa Real Portuguesa mais antiga e celebra este ano 850 anos.


Fonte: https://www.reallisboa.pt/ral/index.php/component/content/article/10-noticias/163-duque-de-braganca-no-apoio-as-vitimas-do-conflito-na-ucrania?Itemid=101&fbclid=IwAR0iApK6HdunE6H6Ej-meJ3BrXBpCPSerE5-6bJVgKSUP6fBSehHzIwimlY

quarta-feira, 27 de abril de 2022

segunda-feira, 25 de abril de 2022

domingo, 24 de abril de 2022

terça-feira, 19 de abril de 2022

Rei D.Manuel II visita o quartel do Regimento Infantaria 1 (1910)

O Rei D.Manuel II visita o quartel do Regimento Infantaria 1 nas imediações do Real Paço da Ajuda que é visível ao fundo em 1910.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

6º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1893)

Para comemorar o 6ºaniversario do Príncipe Real Luís Filipe, foi realizada uma recepção no Palácio da Ajuda.



5º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1892)

Foi no Palácio da Ajuda que se realizaram as celebrações do 5º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe.



4º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1891)

Embora não se saiba como o Príncipe Real Luís Filipe festejou o seu 4º aniversário. Provavelmente não houveram grandes festejos. Mas a data mereceu uma nota no "Diário Ilustrado".


3º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1890)

Para comemorar o 3º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe foi realizada uma recepção no Palácio da Ajuda.



2º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1889)

O Príncipe Real Luís Filipe festejou o seu 2º aniversário com uma recepção no Palácio de Belém.



Primeiro aniversário do Príncipe Real Luís Filipe (1888)

No dia 21 de março de 1888, o Príncipe Real Luís Filipe celebrou o seu primeiro aniversário. Para comemorar houve uma recepção oficial no Palácio da Ajuda e de noite houve um jantar no Palácio de Belém. Toda a Família Real Portuguesa esteve presente.



Fotos antigas da Família Real Portuguesa

 


S.A.R. D. Duarte de Bragança, então Príncipe da Beira, em 1953.





Os jovens irmãos D. Duarte, D. Henrique e D. Miguel de Bragança.


sexta-feira, 15 de abril de 2022

Vídeos da Consagração de SAR o Príncipe da Beira, D.Afonso, à Nossa Senhora da Lapa em 2015


Real Gazeta do Alto Minho n.º 31



Já está disponível a Real Gazeta do Alto Minho n.º 31

Neste número pode ler:



Entrevista ao Prof. Dr. Pedro Quartin Graça, novo presidente da Causa Real

O gesto nobre de um ateu confesso

Prémio Marquês de Rio Maior para a agricultura

A incursão monárquica no Alto Minho

Fundações e Reais Irmandades recolhem toneladas de bens para as vítimas do conflito na Ucrânia…

XXVI Congresso da Causa Real

A visão do Secretário-geral sobre o XXVI Congresso da Causa Real

Congresso da Causa Real na imprensa nacional e regional, alguns destaques

Notícias curtas

(O meu) projecto de monarquia

A Suécia, estado moderno igualitário

Pode ver aqui.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

A inauguração do monumento a Afonso Henriques (1887)


Monumento a D. Afonso Henriques em Guimarães - Inaugurado em 20 de Outubro de 1887.

 


O rei D. Luís I esteve em Guimarães no dia 20 de Outubro de 1887 para inaugurar o monumento a D. Afonso Henriques e lançar a primeira pedra da Escola Industrial Francisco de Holanda, que iria começar a erguer-se no campo do Proposto. Dois meses mais tarde, a revista O Ocidente publicaria uma interessante reportagem sobre a visita real, ilustrada com uma gravura que reproduz o monumento ao primeiro rei português.




A família real no norte do reino

A família real chegou a Guimarães pouco depois do meio dia e o acolhimento que ali lhe foi feito ultrapassou tudo quanto havia a esperar dos sentimentos patrióticos do velho berço da monarquia.

Nas ruas havia embandeiramentos vistosíssimos, erguendo-se em muitas delas coretos para as músicas, e à entrada da de S. Dâmaso ostentava-se um grandioso arco triunfal, pintado pelo cenógrafo Lima, com versos dos “Lusíadas”.

Além disso, todas as casas tinham as janelas ornadas com variegadas colgaduras.

A entrada dos monarcas na cidade foi saudada com repiques de sinos, inúmeras girândolas de foguetes, o hino nacional tocado por doze filarmónicas e salvas de morteiros.

No percurso até à igreja da Senhora da Oliveira, a família real foi constantemente aclamada pela enorme multidão que se apinhava nas ruas, chovendo além disso sobre a carruagem nuvens de flores e bouquets arremessados das janelas, sendo também lançados pombos.

O templo da Oliveira estava ricamente ornamentado e ao entrarem nele as pessoas reais, que foram recebidas debaixo do palio, dois indivíduos tiraram os casacos e estenderam-os no solo para os augustos personagens passarem sobre eles.

Depois do Te-Deum acompanhado a grande orquestra, os monarcas e os príncipes foram examinar as preciosidades que se guardam no tesouro da Colegiada e em seguida dirigiram-se para o palacete do sr. conde de Margaride, onde foram recebidos pela sra. condessa e filhos e por outras senhoras da primeira sociedade vimaranense, bem como por catorze raparigas vestidas à moda do Minho, que espalhavam flores e cantavam versos alusivos às pessoas reais.

Dentro do átrio, as senhoras ofereceram à rainha e princesa D. Amélia preciosos bouquets artificiais com esplêndidas fitas, e pombas de estimação.

O palacete do nobre titular achava-se decorado e mobilado com extraordinária magnificência.

A família real, depois de descansar alguns momentos, recebeu os cumprimentos da câmara municipal, autoridades e corporações, sendo nessa ocasião entregue a Sua Majestade a rainha, pela professora da escola oficial das Caldas de Vizela, uma alocução pedindo-lhe para proteger a mesma escola.

Terminada a recepção, a família real dirigiu-se para o campo de S. Francisco a fim de inaugurar a estátua de D. Afonso Henriques, sendo durante o trânsito entusiasticamente vitoriada.

Entrando no elegante pavilhão que se destacava defronte do monumento, procedeu-se ao acto inaugural, descerrando el-rei e o conde de Margaride a bandeira nacional que cobria a estátua, obra magnífica do insigne escultor portuense Soares dos Reis.

Ergueram-se então vivas clamorosos, os foguetes estrondearam com profusão e as musicas executaram o hino nacional.

Ao passo que se procedia a esta cerimónia, chegava ao campo de S. Francisco o cortejo cívico que se organizara no largo da Oliveira e no qual tomavam parte todas as corporações literárias e artísticas da cidade, bem como as juntas de paróquia, associação comercial, associações de socorros mútuos, alunos das escolas, câmaras de fora do concelho, comissão promotora do monumento, diversas autoridades, membros da imprensa, etc.

Algumas das corporações, e especialmente as de operários, levavam bandeiras, que abatiam ao destilar por diante do pavilhão, incorporando-se igualmente no préstito as bandas marciais.

A família real mostrava-se comovida perante a imponência do cortejo cívico e das aclamações com que cada colectividade a saudava ao passar, e que eram correspondidas pelo povo que enchia completamente o campo.

Ao descerrar-se a estátua, el-rei, adiantando-se para o extremo do pavilhão, proferiu em voz alta e entusiástica as seguintes palavras:

“A erecção da estátua ao homem que fez Portugal é o saldo honroso de uma dívida paga, embora tardiamente, depois de sete séculos, por um povo brioso. Neste dia soleníssimo, outra festa se comemora: a festa do trabalho o do progresso; mas por isso mesmo mais realce dá à comemoração do rei cavaleiro, que proclamou e fundou com a fé e com a espada a independência nacional.

O povo português, representado pelos habitantes de Guimarães, paga esta dívida ao grande rei significando ao mesmo tempo que, se no peito dos portugueses daquelas eras e nas veias daquele rei valente e corajoso, corria o sangue de bons e verdadeiros portugueses, também no peito e nas veias dos portugueses de hoje estua o sangue dos valorosos que sabem manter e defender a honra e a independência nacional.”

Este discurso patriótico arrancou as mais delirantes ovações, sendo difícil traduzir o que então se passou naquela massa enorme de povo, que como que electrizada, fez uma das mais calorosas manifestações aos monarcas.

Nunca se presenciara um espectáculo semelhante.

Duas meninas elegantemente vestidas, subiram pavilhão e entregaram à rainha um lindíssimo bouquet e um exemplar do numero único publicado em comemoração da solenidade que acabava de realizar-se.

Assinado o auto da inauguração, a família real, sob contínuos vivas, flores e pombas, dirigiu-se para a casa da Sociedade Martins Sarmento, que visitou, examinando com curiosidade especial, a colecção numismática e o museu arqueológico.

A direcção daquele florescente grémio, manifestaram as pessoas reais o seu louvor pela iniciativa e pelos serviços já importantes prestados por ele à instrução e à arqueologia nacional.

Dali Suas Majestades e Altezas seguiram para o Campo do Proposto, onde se procedeu ao lançamento da primeira pedra do edifício para a escola profissional de cutelaria e tecelagem.

Havia naquele local um pavilhão forrado de seda azul e branca onde tomaram lugar as pessoas reais, autoridades, conselheiro Madeira Pinto, inspector das escolas industriais, diversas damas e outras pessoas.

Na cavidade da pedra angular foi encerrado um rico cofre de prata cinzelada, comendo todas as espécies de moedas cunhadas no reinado do sr. D. Luís.

Sua Majestade colocou a referida pedra, que tinha a seguinte inscrição: “Sua Majestade el-rei D. Luís I, no dia 20 de Outubro de 1887 colocou a pedra fundamental da Escola Industrial “Francisco de Holanda”.

O sr. conde de Margaride, presidente da câmara, proferiu por essa ocasião um discurso adequado, ao qual Sua Majestade respondeu que se honrava de assistir a tão grandiosa festa do trabalho.

Terminada a cerimónia, a família real encaminhou-se para o palacete do sr. conde de Margaride, onde foi servido o jantar, para o qual haviam sido apenas convidadas as principais autoridades, incluindo o sr. governador civil de Braga e alguns titulares.

Ao mesmo tempo era oferecido pela comissão dos festejos, à imprensa, um banquete na sala da escola do Asilo de Santa Estefânia, presidindo o sr. ministro das obras públicas.

O banquete foi de 100 talheres assistindo a ele além dos jornalistas de Lisboa, Porto, Braga e Guimarães, os srs. par do reino Vasco Leão, deputados Guimarães Pedrosa e capitão Machado, conde da Azenha, visconde da Torre, Madeira Pinto, Parada Leitão, Soares dos Reis e outras pessoas.

O sr. conselheiro Emídio Navarro ergueu o primeiro brinde à cidade de Guimarães, berço de sua mãe, seguindo-se outros que foram fechados pelo mesmo ministro, que relembrou que o estabelecimento das escolas industriais se devia à iniciativa do falecido conselheiro António Augusto de Aguiar.

Durante o banquete um aluno da escola “Francisco de Holanda” leu um discurso dirigido ao sr. conselheiro Emídio Navarro, oferecendo-lhe em nome dos outros alunos uma pena de ouro encerrada em um elegante estojo.

À noite a família real andou a ver as iluminações que eram vistosíssimas, especialmente na praça do Toural e no monte da Penha, onde ardiam numerosas barricas de alcatrão, o que produzia um efeito maravilhoso, e às nove horas e meia regressou a Braga, sendo acompanhada até fora da cidade pelas autoridades e corporações que a tinham ido esperar, por grande numero de populares com archotes e pelas musicas.

Antes de partir, el-rei entregou ao sr. administrador do concelho 300$000 réis para serem distribuídos pelos pobres da cidade.

Fora tal a quantidade de povo que afluíra a Guimarães, do Porto e de outras localidades para presenciar os festejos, que mais de 1000 pessoas tiveram de ficar nas ruas por não haver lugares nos hotéis.









O Ocidente, 10.º ano, volume X, n.º 324., 21 de Dezembro de 1887, pp. 2 a 4