segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Pedro Silva, camareiro do Rei D.Carlos I

Pedro Silva, cujo nome original era Frederico, foi um camareiro do rei Dom Carlos e aio dos príncipes Luís Filipe e Manuel. Residia em Linda-a-Velha, depois da implantação da República, primeiro no Palácio dos Aciprestes e depois em casa do seu cunhado Octávio, acompanhado do sobrinho Augusto Berneaud.
Quando a Rainha D.Amélia visitou Portugal em 1945, quando Pedro Silva se viu frente a frente com a rainha dobrou o joelho para lhe beijar a mão e esta pegando-lhe no braço levantou-o dizendo “ Frederico nem tu nem eu já temos idade para essas coisas”.


Fonte: https://estoriasdalindaavelha.wordpress.com/2014/09/24/alguns-pormenores-sobre-a-visita-da-rainha-dona-amelia-de-orleans-e-braganca-a-portugal/

Foto de D.Duarte, Duque de Bragança com os seus filhos

Foto dos Duques de Bragança com os filhos

Foto dos Duques de Bragança com os filhos

Foto de D.Duarte e D.Isabel, Duques de Bragança com o filho, Afonso

sábado, 29 de janeiro de 2022

Livro "O Regresso de D. Sebastião"


SINOPSE


No verão de 1598, surgiu em Veneza um estranho que afirmava ser o rei D. Sebastião de Portugal. Era uma extraordinária reivindicação, já que não apresentava semelhanças físicas com o monarca e mal falava português. Mas o que tornou a sua pretensão ainda mais singular foi o facto de D. Sebastião ter tombado em batalha vinte anos antes, morto pelos mouros.

A princípio, as autoridades ignoraram-no, considerando-o um charlatão, mas quando investigaram ficaram perplexos com os sinais distintos que trazia no corpo, que, correspondendo exatamente aos do rei, não poderiam suscitar dúvidas. Mas elas existiram. Além da questão dos sinais, se o homem não era o rei, como poderia ele saber de tantos pormenores da vida de D. Sebastião, particularidades que só o rei conheceria? E se fosse mesmo D. Sebastião - cujo corpo, embora caído em batalha, nunca foi encontrado -, onde teria ele estado durante os vinte anos anteriores? O rei estava morto. O rei estava vivo.

D. Sebastião, o Alexandre português, simbolizou as esperanças e os receios do reino. O seu nascimento resgatou a população da inquietude. Depois, a sua morte reduziu Portugal a uma neurose profunda. E, por fim, a sua ressurreição conduziu a população a um apocalítico frenesim.

O rei D. Sebastião foi enterrado não uma, não duas nem mesmo três vezes: o jovem rei teve quatro enterros. Ainda assim, recusou-se a morrer. De Veneza a Florença, de Nápoles a Lisboa, de Marrocos a Espanha, O Regresso de D. Sebastião narra toda esta assombrosa, mas verdadeira, história.


Livro: https://www.wook.pt/livro/o-regresso-de-d-sebastiao-a-r-azzam/25356822


quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Real Gazeta do Alto Minho N.º 30


Já está disponível a Real Gazeta do Alto Minho, N.º 30

Neste número pode ler:



Entrevista a Luís Sampaio, músico e teclista dos Delfins

Viv’ó Rei dos Portugueses!, por José Aníbal Marinho Gomes

O célebre português padre Himalaya, nasceu antes de tempo, por António Moniz Palme

Homenagem a Henrique de Paiva Couceiro

O Rei dos Portugueses, por João Afonso Machado

A Noruega – o estado mais democrático da actualidade, por António Pinheiro Marques

Lançamento do Livro “Memórias de um Roialista” de Tomás A. Moreira

Monarquia: Sim ou Não? Como levar os jovens a discutir o tema, por Tomás e Mariana de Magalhães Sant’Ana

Prémio Gonçalo Ribeiro Telles, por José Cortez Lobão

Palavra solta: Mudança! por Susana Cunha Cerqueira

O Pintor Jorge Colaço e o «Thalassa», por Porfírio Pereira Silva

É por ser Monárquico que sou roialista, por António de Souza-Cardoso

Terra Nova dos Bacalhaus, por Gonçalo Sampaio e Melo

Jantar dos Conjurados da Causa Real

Mensagem 1º Dezembro 2021 de S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança

Eu Monárquico, por Miguel Villas-Boas

Reais Conversas Com… “Alvarinho, um vinho de Reis”

5.10.1911, por Pedro Villas-Boas Tavares

1 º de Dezembro de 2021 em Celorico de Basto – Homenagem ao Dr. João Pinto Ribeiro


Pode ver aqui.