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Lista dos membros da corte da Rainha D.Maria I entre 24 de fevereiro de 1777 e 20 de março de 1816.
O Rei D.Fernando II ( viúvo da Rainha D Maria II) ,sentado ao centro da foto acompanhado por sua segunda esposa a Condessa de Edla,por seu filho D.Augusto (também sentado) e por algumas outras pessoas. Sintra 1873
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O Rei D. Manuel II sempre manteve uma relação de muita amizade e cumplicidade com a Condessa d’Edla, como se depreende pelas cartas, visitando-a no seu adorado chalet, que continuou a utilizar até pelo menos 1910. Após o Regicídio, numa carta datada de 19 de Junho de 1908, assinala o pesar pela tragédia ocorrida: Na nossa querida Pena era impossível imaginar uma desgraça destas – nunca mais haverá a tranquilidade de outrora mas mesmo assim poderíeis usufruir aqui do melhor lugar, creio eu (…) e poderei encontrar V. Majestade e o querido reizinho na Pena (…)5. Em Novembro de 1909, D. Manuel fez uma visita à Condessa: Escrevi ao rei para lhe desejar uma boa viagem (…) 6 de Nov. Para minha grande surpresa, tive hoje a visita do Rei! Disse-me que tinha preferido responder à minha carta com uma visita. Pobre criança! Tão bom, tão simpático! Que Deus lhe dê melhor sorte! Ele vai amanhã de viagem para Espanha, Inglaterra e Paris. Beijou-me como se, de facto eu fosse a sua avó. Disse-me que tinha imensas saudades e que era verdadeiramente meu amigo. Esta visita emocionou-me tanto que me senti mal duas vezes por causa dos meus achaques. (…) A nossa conversa surou meia hora ou mais, mas sendo algo confidencial não a posso confiar a estes papéis6.
Fonte: https://www.parquesdesintra.pt/pontos-de-atracao/d-manuel-ii/

Lista dos membros da corte do Rei D.José I entre 31 de julho de 1750 e 24 de fevereiro de 1777.

Lista dos membros da corte do Rei D.João V entre 9 de dezembro de 1706 e 31 de julho de 1750.
Lista dos membros da corte do Rei D.Pedro II entre 12 de setembro de 1683 e 9 de dezembro de 1706.
D. Carlos com 4 anos, fardado com o uniforme do Regimento de Lanceiros II in «D. Carlos, História do seu reinado» de Rocha Martins, edição portuguesa de A. B. C. de 1926.
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Lista dos membros da corte do Rei D.Afonso VI entre 6 de novembro de 1656 e 12 de setembro de 1683.

Lista dos membros da corte do Rei D.João IV entre 15 de novembro de 1640 e 6 de novembro de 1656:
O Rei D.Carlos chega à Estação de Vila Real ,para a inauguração da linha férrea entre aquele cidade e Pedras Salgadas no dia 14 de Julho de 1907.
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Fonte: Facebook Memorias do Reino de Portugal
Das poucas informações que se sabe sobre os primeiros anos de vida do Rei D.Pedro I, sabe-se que a sua ama foi D.Leonor. Embora não existam muitas informações sobre ela.
Normalmente, as amas eram senhoras viúvas escolhidas pelas rainhas de entre as suas damas, para cuidarem dos príncipes e princesas logo que nascessem.
Ajudantes dos pais na criação e educação das crianças, as amas deviam ser sãs, de bons costumes e de boa
linhagem, já se afirmava na Segunda Partida.
Muitas vezes, estas amas continuariam a viver na casa dos seus infantes quando estes se tornavam reis e/ou casavam até morrerem.
De acordo com a biografia e a chancelaria de D. Pedro, Dona Leonor Vicente terá sido ama de D. Pedro.
Deduz-se que esta dama pertencesse à casa da rainha Dona Beatriz, pois quando Pedro tinha seis anos passa a ser sua ama.
Somente se encontram duas menções a Dona Leonor: na chancelaria do rei D. Pedro e outra na biografia do mesmo rei: Cristina Pimenta, na biografia, somente refere que esta dama era ama do príncipe D. Pedro.
Na Chancelaria de D. Pedro I, Dona Leonor é referida simplesmente numa doação de outra pessoa: “huas
casas que del trazia dona lionor sua ama.
Fonte: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/40806/1/ulfl274277_tm.pdf
Sancha Peres foi a ama de leite do futuro Rei D.Afonso IV, filho do Rei D.Dinis I de Portugal e de Isabel de Aragão.
Fontes: https://geneall.net/ e https://run.unl.pt/
Anton Stieff, S.J. (1660 – 1729), conhecido em Portugal pela forma aportuguesada António Stieff, foi um padre jesuíta austríaco, natural de Linz, que acompanhou a rainha D. Maria Ana da Áustria em Portugal, na condição de confessor régio.
Também foi ele quem ministrou as primeiras letras de latim ao futuro Rei D.José I.
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Conde da Praia e Monforte é um título nobiliárquico criado por D. Luís I de Portugal, por Decreto de 9 de Janeiro de 1881, em favor de António Borges de Medeiros Dias da Câmara e Sousa, antes 2.º Visconde da Praia e depois 1.º Marquês da Praia e Monforte. O título "de Monforte" foi concedido pelo direito de sua mulher, senhora desta Casa, filha única do 1.º Visconde de Monforte.
António Borges de Medeiros Dias da Câmara e Sousa foi Senhor da grande Casa de seus antepassados e Fidalgo Cavaleiro da Casa Real por Alvará de 20 de Outubro de 1842. Bacharel formado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Moço Fidalgo da Casa Real com exercício no Paço.
O título de 2.º Marquês da Praia e Monforte foi-lhe concedido em vida de seu pai por Decreto de D. Carlos I de Portugal de 6 de Fevereiro de 1890.
A sua filha, D. Maria Francisca Borges Coutinho de Medeiros de Sousa Dias da Câmara, foi dama honorária da Rainha D.Amélia de Orleães.
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O seu filho, D. Duarte Borges Coutinho de Medeiros Sousa Dias da Câmara (22 de Julho de 1861 - 25 de Julho de 1907), 2.º Marquês da Praia e Monforte, foi Oficial-Mor da Casa Real e Par do Reino.
Foi através da ligação dos Condes e Marqueses da Praia e Monforte com a Família Real que Anna de Jesus Santos (ver biografia aqui) se tornou ama do Príncipe Real Luís Filipe em 1887. Anna de Jesus Santos era filha do guarda-portão do conde da Praia e Monforte.

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Palácio Marquês da Praia e Monforte, Ponta Delgada

Marquês de Soveral foi um título nobiliárquico criado em 1900 pelo rei D. Carlos I de Portugal a favor de Luís Pinto de Soveral, o seu único titular.
Luís Maria Augusto Pinto de Soveral, primeiro e único marquês de Soveral (São João da Pesqueira, São João da Pesqueira, 28 de maio de 1851–Paris, 5 de Outubro de 1922) foi um diplomata português.
Filho de Eduardo Pinto de Soveral, visconde de São Luís, e de Maria da Piedade Pais de Sande e Castro. Era sobrinho de Luís Augusto Pinto de Soveral, visconde de Soveral.
Luís Maria Pinto de Soveral, que viria a ser Marquês de Soveral, fica detentor de toda a fortuna de seu pai, onde se incluía a Quinta de Cidrô em em S.João da Pesqueira.
É também para o Palácio de Cidrô que Luís Maria traz as mais diversas personalidades como a Família Real Portuguesa em 1906. Foi através desta ligação entre o Marquês de Soveral e a Família Real que Maria dos Anjos Esteves (Marquinhas Rainha), uma jovem pesqueirense, se tornará “mãe de leite” do futuro Rei D. Manuel II (pode ver a biografia dela aqui).
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O Marquês de Soveral tendo-se demitido do seu cargo após a implantação da República, passou a ser uma espécie de conselheiro do Rei D.Manuel II no exílio, partilhando com ele o seu amor à pátria e a defesa dos interesses de Portugal no mundo.
O Marquês de Soveral acabou os seus dias em Paris em 1922, tendo a acompanhá-lo nos últimos momentos a Rainha D. Amélia, que por ele nutria grande estima desde os anos de dedicação ao serviço do Rei D. Carlos e de Portugal como diplomata, como ministro, como conselheiro, como amigo de todas as horas.
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Palácio de Cidrô, em S.João de Pesqueira
O Rei D.Manuel II assoma à janela do Palácio das Necessidades, provavelmente
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A Real Associação do Ribatejo e a Causa Real promovem no dia 31 de Julho um debate alusivo ao Projeto Tejo em parceria com a Vida Rural. Em formato webinar e num momento tão decisivo para a agricultura portuguesa vamos discutir a importância dos recursos hídricos e sua manutenção, contando com a participação de notáveis oradores da área temática.
Faça já a sua inscrição em: https://www.vidarural.pt/projeto-tejo/
Juntos por um Tejo melhor!
Fonte: Facebook CAUSA REAL