segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Segunda conferência no âmbito da Evocação do Centenário da Monarquia do Norte


É já no próximo dia 2 de Fevereiro, às 18h00, no Ateneu Comercial do Porto, que, em parceria com a Real Associação de Braga e de Viana, que se irá realizar a segunda conferência no âmbito da Evocação do Centenário da Monarquia do Norte.
Serão oradores os historiadores Prof. Dr. Armando Malheiro e o Dr. Luís Cabral sobre os temas: “O equivoco monárquico: a Monarquia do Norte e a Revolta de Monsanto” e “No Centenário da Monarquia do Norte: os Manuscritos do 2.º Conde de Azevedo na BPMP”, respetivamente.


Fonte: Real Associação do Porto

Regicídio de 1908 - Missa de Sufrágio


No próximo dia 1 de Fevereiro, pelas 19:00, a Real Associação de Lisboa cumpre uma vez mais o doloroso dever de mandar celebrar na Igreja de São Vicente  de Fora uma missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real o Príncipe Real Dom Luiz Filipe. Após a cerimónia, presidida pelo Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, terá lugar a habitual romagem ao Panteão Real, onde Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança depositarão uma coroa de flores junto aos túmulos de El-Rei Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luiz Filipe.


Para mais esclarecimentos contacte através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na Sede nos horários habituais.

domingo, 27 de janeiro de 2019

Casa dos Duques de Bragança no Chiado


D.Duarte, Duque de Bragança herdou várias casas no Chiado. O Duque de Bragança recebeu 17 prédios em Lisboa, herdados da mulher e da mãe do último Rei de Portugal, D. Manuel II. De acordo com a ‘Sábado’, o duque de Bragança herdou 10 prédios em seu nome e mais sete através da Fundação D. Manuel II, que gere com fins caritativos.



sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Duquesa de Bragança e D.Afonso assistiram ao lançamento do livro “Requiem Por El-Rei e pelo Príncipe Real"

A Duquesa de Bragança e o seu filho, Afonso, assistiram ao lançamento da mais recente publicação da chancela “Razões Reais” da Real Associação de Lisboa, “Requiem Por El-Rei e pelo Príncipe Real" da autoria do Reverendo Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada.


No final SAR o Senhor Dom Afonso entregou Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada, distinto sócio da Real Associação de Lisboa desde 1996, a medalha de mérito atribuída na última Assembleia Geral.



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



Fonte: Real Associação de Lisboa

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Galeria das Rainhas Portuguesas no Palácio da Ajuda


A Matriz Portuguesa - Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento realiza a exposição digital “Galeria das Rainhas Portuguesas”, no Palácio Nacional da Ajuda, entre 28 de Janeiro e 23 de Fevereiro de 2019.



Ficaram conhecidas pela sua beleza e cultura, pela sua majestade e elegância, por operarem milagres e por um trágico destino, por darem à história grandes homens e mulheres…
Algumas foram rainhas estrangeiras e influenciaram a corte e a nossa história; outras foram rainhas Portuguesas com uma forte presença da cultura Lusitana nas cortes europeias.
Rainhas
A exposição “Galeria das Rainhas Portuguesas” está integrada no percurso museológico do Palácio Nacional da Ajuda.


Exibição de 28 de Janeiro a 23 de Fevereiro de 2019. (horário de visitas do Palácio Nacional da Ajuda).


Contactos: matriz@matriz-portuguesa.pt 
Morada: Palácio Nacional da Ajuda, Largo da Ajuda 1449-021 Lisboa
Horário: de quinta a terça das 10h00 às 18h00.


Website: https://rainhas-portuguesas.webnode.pt/


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Fundação da Casa de Bragança em Lisboa para apresentar comemorações do bicentenário de D.Maria II, duquesa de Bragança


A Fundação da Casa de Bragança, na pessoa de Maria de Jesus Monge, diretora do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, estará segunda-feira (21 de janeiro), em Lisboa, para proceder à apresentação pública da programação das comemorações do bicentenário do nascimento da rainha D. Maria II, e do respetivo site.


A exposição "Dona Maria da Glória (1819 -1853): um registo intimista”, estará patente na Torre do Tombo, na capital portuguesa, até 06 de abril, e apresenta documentos do cartório da Casa Real, "nomeadamente alguma da correspondência trocada no seio familiar desta jovem princesa que tendo nascido no Brasil veio a ser a rainha de Portugal", segundo comunicado do Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT).


O Paço Ducal de Vila Viçosa é o assento territorial da Casa de Bragança desde a sua construção inicial em 1501. A subida ao trono, em 1640, do 8º duque D. João, implicou a mudança de residência da família, mas não alterou o estatuto deste espaço. Após o regresso do Brasil, o Paço continua a ser visitado e vivido como ‘casa de família’. A Fundação da Casa de Bragança assumiu o desafio de contar a história da duquesa de Bragança, Dona Maria da Glória, através dos espaços, coleções e fundos do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança.


Fonte: radiocampanario.com


Conferência do centenário da Monarquia do Norte

Reportagem fotográfica da Conferência ocorrida no sábado no Ateneu Comercial do Porto no centenário da Monarquia do Norte, com a participação de Carlos Bobone e Nuno Resende, uma organização da Real Associação do Porto em parceria com a Real Associação de Lisboa, representada no evento pelo seu presidente João Távora.



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



Fonte: Real Associação do Porto

domingo, 20 de janeiro de 2019

Rei D. Carlos I com a sua mãe D. Maria Pia de Sabóia e Eugénia Teles da Gama, na Quinta da Bacalhoa em 1906

Quinta da Bacalhoa


A Quinta da Bacalhoa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. A quinta com o famoso Palácio da Bacalhoa - também conhecido como Palácio dos Albuquerques - situa-se na freguesia de Azietão, Concelho de Setúbal, mais precisamente na pequena aldeia de Vila Fresca de Azeitão. É considerada a mais formosa quinta da primeira metade do século XVI, ainda existente em Portugal.


No século XV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha D.Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D.Manuel I de Portugal. Ainda existentes os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque foram beneficiações mandadas construir por D. Brites.


Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a D.Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa «casa de prazer», junto ao tanque, e dois robustos pavilhões, juntos aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte de morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhoa — viria a ser herdado por sua irmã, D. Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel — da Casa da Atalaia — conhecido pela alcunha de «Bacalhau».


É muito provável que o nome de «Bacalhoa», pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.


Após uma grande disputa judicial entre os descendentes, o morgado ficou para D. José Francisco da Costa de Sousa e Albuquerque (1740-1802), armeiro mor do Reino e armador mor do Rei, casado com Maria José de Sousa de Macedo, 2.ª viscondessa de Mesquitella, 5.ª baronesa de Mullingar (Reino Unido). O Morgado ficaria na família Mesquitella (posteriormente condes de Mesquitella e duques de Albuquerque), assim como os títulos palatinos de armeiro mor e armador mor do Reino e do Rei, até princípios do século XX.


Tendo, naturalmente, sofrido algumas modificações, no decurso dos seus cinco séculos de existência, conserva ainda as abóbadas ogivais dos seus tempos mais remotos, o palácio com janelas ao estilo renascentista, os cubelos representativos da Via Sacra e elementos cerâmicos decorativos, do século XVI. Nos azulejos encontra-se a data de 1565 e a assinatura do ceramista Francisco de Matos. Medalhões de faiança de origem flamenga emolduram bustos de significação histórica.


Esta histórica propriedade foi adquirida por o Rei D.Carlos à família Mesquitela, em 1903, tendo-a vendida pouco tempo depois a Raul Martins Leitão.


Em 1936, o Palácio da Bacalhoa foi comprado e restaurado por uma norte-americana, Orlena Scoville, cujo neto se incumbiu da missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho de Portugal. Mais tarde o Palácio e a Quinta da Bacalhôa pertenceu a Josè Antonio Borges.


Actualmente a Quinta da Bacalhoa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, a nona mais rica de Portugal, cujo patriarca é o madeirense Joe Berardo. Foi classificada pelo IPPAR como Monumento Nacional em 1996.



sábado, 19 de janeiro de 2019