quarta-feira, 30 de abril de 2014

Panteão Real dos Braganças


O Panteão Real da Dinastia de Bragança, situado no mosteiro da Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa, é o lugar onde se encontram os restos mortais de muitos dos monarcas, príncipes reais e infantes da quarta e última dinastia real portuguesa, ainda que a Dinastia de Bragança tenha ascendência na Casa de Avis, a segunda dinastia real portuguesa que governou Portugal de 1385 a 1580.



O Panteão situa-se hoje no antigo refeitório do mosteiro. Seus túmulos são em maioria gavetões de mármore situados nas laterais da grande sala que ocupa, os dos monarcas portugueses são ornados com coroas na parte superior e os nomes e títulos dos seus ocupantes gravados em letras douradas na parte frontal.


Entrada do Panteão da Dinastia de Bragança na actualidade no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.JPG


Destacam-se os túmulos de D. João IV, de D. Manuel II, da rainha D. Amelia de Orleães, de D. Carlos I, do príncipe herdeiro D. Luís Filipe.


O Panteão está aberto a visitas, incluídas no roteiro do Mosteiro. Alguns Braganças que não estão lá sepultados são: D. Maria I, que se encontra na Basílica da Estrela, D. Pedro IV, rei de Portugal e Imperador do Brasil como D. Pedro I, que foi trasladado do Panteão para o Monumento do Ipiranga em São Paulo, Brasil, e cujo coração se encontra na capela-mor da Igreja da Lapa, na cidade do Porto, e a rainha D. Maria Pia de Saboia, que ainda jaz no Panteão dos Saboias, na Basílica de Superga em Turim, na região do Piemonte, Itália. O arranjo actual do panteão data de 1933, quando também se ergueu junto aos túmulos de D. Carlos I e de seu filho D. Luís Filipe uma estátua de uma mulher simbolizando a pátria a chorar pelos seus mártires, sendo que ambos foram assassinados no atentado republicano, em 1 de Fevereiro de 1908.



Foto Antiga:



Infante_D._Augusto_de_Bragança_(c._1867-1877)_-_C._da_Rocha (3).png


Funeral do Rei D.Carlos I e do Príncipe Real Luís Filipe a chegar ao Panteão Real:




D. Duarte, Duque de Bragança e o seu filho Afonso no Panteão Real.


Enterros no Panteão Real da Casa de Bragança:


*João IV de Portugal
*Luísa de Gusmão
*Afonso VI de Portugal
*Maria Francisca de Saboia, Rainha de Portugal
*Pedro II de Portugal
*Maria Sofia Isabel de Neuburgo
*João V de Portugal
*Maria Ana de Áustria, Rainha de Portugal
*José I de Portugal
*Mariana Vitória de Bourbon
*Pedro III de Portugal
*João VI de Portugal
*Carlota Joaquina de Bourbon
*Maria II de Portugal
*Augusto de Beauharnais
*Fernando II de Portugal
*Miguel I de Portugal
*Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg
*Pedro V de Portugal
*Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen
*Luís I de Portugal
*Carlos I de Portugal
*Amélia de Orleães
*Manuel II de Portugal


*D.Luís Filipe de Bragança
*Marechal Duque de Saldanha


*Marechal Duque da Terceira


 


Outros Enterros:
*Catarina de Bragança
*Afonso de Bragança, Duque do Porto
*José, Príncipe do Brasil
*Teodósio, Príncipe do Brasil
*Maria Francisca Benedita de Bragança
*Isabel Luísa, Princesa da Beira
*Joana, Princesa da Beira
*João de Bragança, Duque de Beja
*Francisco, Duque de Beja
*Augusto de Bragança, Duque de Coimbra
*Manuel de Bragança, Infante de Portugal
*Isabel Maria de Bragança, regente de Portugal
*António Francisco de Bragança
*Francisca Josefa de Bragança
*Infanta Maria da Assunção de Portugal
*Fernando Maria Luís de Bragança
*Maria Francisca de Assis de Bragança
*Maria Ana Francisca Josefa de Bragança


*Maria Francisca Doroteia de Bragança


*Ana de Bragança, Infanta de Portugal


*João de Bragança, Príncipe do Brasil


*Teresa de Bragança, Infanta de Portugal


*Pedro de Alcantâra, Príncipe do Brasil


*Alexandre Francisco de Bragança

terça-feira, 29 de abril de 2014

Duque de Bragança presente na apresentação pública das comemorações dos 8 séculos da língua portuguesa


S.A.R. o Duque de Bragança participou na conferência de apresentação pública das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, que teve lugar no dia 17 de Fevereiro, pelas 18 horas, no ISCTE-IUL, em Lisboa. Nessa ocasião, S.A.R. recebeu de Fernando Cristóvão o "Dicionário Temático da Lusofonia".


Veja o vídeo aqui: http://vimeo.com/87451769



FONTE: http://realbeiralitoral.blogspot.pt/2014/04/duque-de-braganca-presente-na.html

domingo, 27 de abril de 2014

Visita Real dos Reis D.Carlos e D.Amélia ao Algarve (1897) - Olhão


A Avenida engalanada durante a visita do Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia, em Outubro de 1897.


FONTE: http://www.olhao.web.pt/museu_fotografico_de_olhao.htm

Visita do Rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia a Olhão a 19 de Junho de 1898



FONTE: http://www.olhao.web.pt/museu_fotografico_de_olhao.htm

Visita Real dos Reis D.Carlos e D.Amélia ao Algarve (1897) - Monchique - Parte 2


Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia na subida à Fóia


Na vila seria distribuído um folheto idêntico aos das outras terras, com os retratos do rei e da rainha, onde constava a legenda «Visita a Monchique em 13 de Outubro de 1897». 
Quase de imediato os reis dirigiram-se por entre os arcos vestidos de verdura e papel, nomeadamente, os da Rua do Serro, Rua de S. José e Rua Direita, para o palacete do comendador José Joaquim Águas, onde seria servido o almoço.
Da comitiva faziam parte membros do governo, deputados, funcionários reais, o governador civil de Faro José Vaz Correia de Seabra Lacerda, jornalistas, e industriais e proprietários, sempre acompanhados de bastantes curiosos. 
O programa integralmente publicado em O Algarve e noutros jornais incluía a ementa em francês do «almoço em casa do digno presidente da Câmara e antigo deputado, Sr. José Joaquim Águas», que foi de quarenta talheres e cujas iguarias foram expedidas de Lisboa pelo famoso restaurante "Casa Rosa Araújo".
A segunda etapa da visita seria contemplada com um passeio à Fóia, que se realizou a cavalo pela tradicional subida das burricadas do Barranco dos Pisões, com os reis à frente, indo D. Carlos fardado e a rainha vestida de amazona, sempre ladeados por uma espécie de guarda de honra, composta por «uns trezentos serrenhos, afeitos a estas caminhadas». Na cavalgada iam os oficiais do rei, os ginetes da guarda real e mais trinta cavaleiros, onde se incluíam algumas autoridades locais e regionais.


À noite, no jantar servido a bordo do iate D. Amélia, estiveram presentes José Joaquim Águas e José Gregório de Figueiredo Mascarenhas. 


FONTE: http://www.imprensaregional.com.pt/jornaldemonchique/pagina/edicao/50/70/noticia/1296

Visita Real dos Reis D.Carlos e D.Amélia ao Algarve (1897) - Monchique - Parte 1


«Estão no Algarve os Reis e Portugal. Bem vindos sejam!». Foi assim que a imprensa farense, através de O Algarve, saudou a chegada ao Algarve do rei D. Carlos e a rainha D. Amélia de Orleães, no dia 9 de Outubro de 1897.


A visita real ao Algarve, que então já de denominava de província e não de reino, realizou-se entre 9 e 15 de Outubro de 1897, com início na gare de Albufeira, onde os soberanos chegaram de comboio pelas 8 da manhã.


De Albufeira partiriam para Faro, passando antes por Loulé, onde também tiveram recepção oficial. Depois de visitarem todo o Sotavento, Sagres e Lagos, chegariam na noite do dia 12 a Portimão, onde depois de grandiosa recepção pernoitaram no iate D. Amélia, aqui atracado.


Praticamente toda a grande imprensa lisboeta, algarvia e nacional se faria representar na viagem, nomeadamente os jornais Diário de Notícias, O Século, Branco e Negro, e Ilustração Portuguesa, onde encontrámos abundantes alusões ao percurso, nomeadamente ao acolhimento que os monchiquenses terão propiciado ao casal régio.


A «formosa e pitoresca vila de Monchique», que a imprensa acompanhante considerou como «uma das mais graciosas e originais vilas da província» seria contemplada pela visita real no dia 13 de Outubro.


Sobre a lenta ascensão até Monchique existem várias descrições nos principais jornais do reino: «Maravilhoso todo este caminho que, partindo de Portimão, subindo sempre, leva a Monchique».


Na Torrinha, limite do termo encontravam-se as várias individualidades concelhias, nomeadamente o administrador do concelho e representante do Governo José Sebastião “da Venda”, o presidente da Câmara Municipal e antigo deputado José Joaquim Águas, o juiz de Direito substituto e conservador do Registo Civil, Dr. Francisco do Rego Feio, o grande proprietário local e deputado pelo circulo de Silves (a que o concelho pertencia), coronel José Gregório de Figueiredo Mascarenhas, vereação, restantes autoridades, figuras de destaque local, povo e pelo menos uma das várias bandas musicais que então havia no concelho. Das restantes filarmónicas, uma estava nas Caldas e as outras espalhadas ao longo do trajecto. Depois das saudações os soberanos seguiram viagem rumo às Caldas de Monchique.


Dando a vez ao repórter, este descreve os «pinhais, sobreiros, medronheiros, grandes moitas de alecrim e de rosmaninho balsâmicos. O cenário agiganta-se, alargam-se os horizontes, cavam-se vales fundos e apertados (…), de espaço a espaço, nas voltas da estrada toda em zig zags caprichosos, entrevê-se pelas abertas dos cimos sobrepostos, a Picota, penedo abrupto de difícil acesso, e que fica ao nascente da Foya, a soberba rainha serrana sempre namorada por grandes massas de nuvens».


Nas Caldas de Monchique os soberanos receberam flores das três filhas do Dr. João Bentes Castel-Branco, médico e concessionário da estância termal, que lhes preparara uma marcante recepção, com visita ao Sanatório Kneipp e uma exposição de artesanato, vestuário e medicamentos naturais.


Não se demorando muito na estância termal, a comitiva continuou na direcção da vila. A nossa fonte é mais uma vez a revista Branco e Negro: «do Banho para cima as rampas são ásperas e avança-se lentamente durante uma hora até à vila de Monchique».


É provável que a visita real, com o seu séquito de ministros e funcionários do Passo tenha chamado a atenção para o escabroso caminho que então levava à vila, uma distância de quatro quilómetros que então se fazia dificilmente em cerca de uma hora. Todavia, a preocupação era maior em relação à estância termal, geralmente frequentada por gente importante, pois, em 1877, chegou às Caldas de Monchique a construção da estrada Portimão/Monchique, pelo processo de macadame. Acompanhando a novidade da estrada teve inicio neste mesmo ano a carreira de diligência para as Caldas, com a periodicidade de três dias por semana.


A chegada à vila deu-se, segundo a imprensa, às 11h45. Lorjó Tavares descreve a vila engrandecida por uma «deliciosa ornamentação toda campesina (…) com as ruas transformadas em tapetes de junco, postes enfeitados a murta, arcos singelos, medronheiros com as suas bagas vermelhas como morangos, festões torcidos a alecrim de que pendiam cachos de flores silvestres, maçãs e romãs, paredes de alto a baixo estufadas de murta e urzes». O texto do Branco e Negro aparece ilustrado com 10 belas e monumentais fotografias da vila, Caldas e Fóia.


À entrada da vila acumulava-se o povo simples, muito dele vindo expressamente do campo para ver o rei. Segundo ressalta da maioria da imprensa, a recepção não terá sido aqui tão calorosa como nas outras terras da província.


Fonte: http://www.imprensaregional.com.pt/jornaldemonchique/pagina/edicao/49/70/noticia/1190

Infante Manuel, Duque de Beja


 


Fonte: http://www.pinterest.com/ameliafineart/monarquia-portuguesa/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Eventos Reais e Cerimónias - Procissão do Corpo de Deus


A solenidade conhecida pelo nome de Corpus Christi (em Portugal designada Corpo de Deus) ou do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, só ganha lugar de relevo na Liturgia em 1246, quando o bispo de Liège (Bélgica) instituiu a festa, na sua diocese. Esta primeira “festa oficial” do Corpus Christi surge em consequência das revelações recebidas pela Beata Juliana de Retinne. Pela bula Transiturus (1264), o Papa Urbano IV (que antes fora bispo de Liège) estendeu a festa a toda a Igreja, como solenidade de adoração da Sagrada Eucaristia.


A solenidade do Corpus Christi já era celebrada em Portugal no século XIII, desde o reinado de D. Afonso III. Era, à época, uma festa de adoração, não envolvendo a procissão pelas ruas.


O rito da procissão foi instituído pelo Papa João XXII (1317). Na igreja dos Mártires, em Lisboa, manteve-se, no decurso dos séculos (e apesar das inovações havidas), o rito da festa com exposição do Santíssimo, Procissão, Vésperas solenes e Sermão.
As Câmaras Municipais e as Corporações de Artes e Ofícios acolheram a devota iniciativa, pelo que, a breve trecho, a Procissão veio a tornar-se a mais vistosa e interessante de todas, merecendo o título de “Procissão das Procissões”.


Constituída por cortejo cívico e corporativo, com carros alegóricos, figuras pitorescas, danças, momices e cenas de autos sacramentais, a procissão demorava horas a caminhar, vindo a constituir tanto um evento religioso como um evento social.


As Câmaras, determinando instruções régias, publicaram Regimentos ou regulamentos da Procissão, indicando os usos e os costumes, os modos de vestir, as obrigações de cada Corporação, as danças (entre elas a judenga, ou dança dos judeus), as bandeiras e pendões, as coreografias (anjinhos, folias, figuras sacras...) e o lugar do Clero. Raras foram as sedes concelhias que não tiveram Regimento da Festa, mas as memórias mais expressivas acerca da Procissão ficaram em Coimbra, no Porto e em Lisboa.


Celebrada em Lisboa, a festa do Corpo de Deus incluiu a Procissão, pela primeira vez, em 1389. Eram os tempos da consolidação da autonomia face a Castela e do bom ambiente criado pelas vitórias bélicas de Nuno Álvares e da influência cultural britânica (a ponto de S. Jorge - devoção inglesa, vencedor do Mal, do Dragão - ser considerado Padroeiro de Portugal).


Por isso, à solenidade do Corpus Christi juntou-se a festa de S. Jorge. Desta junção, resultou a magnificência da Procissão da capital. A festa chegou a atingir surpreendente grandiosidade no tempo de D. João V, incorporando a Procissão incorporava, desde logo, as associações socioprofissionais e também as delegações das diversas Ordens Religiosas de Lisboa (Agostinhos, Beneditinos, Dominicanos, Franciscanos, Ordem de Cristo...) e militares. No cortejo, avultava a figura de S. Jorge a cavalo e a Serpe, ou dragão infernal (do tipo chinês, locomovido por figurantes), contra o qual S. Jorge lutava.


 


Havia paragens para representação das famas ou glórias de S. Jorge; e também para uma série de danças. Representavam-se ainda as tradicionais “estações” do Santíssimo, como hoje ainda se faz na procissão de Sevilha.


No final do cortejo, vinha o pálio, a cujas varas pegavam os mais altos dignitários da Corte e da Câmara, sempre representada por toda a Vereação. Sob o palio, deslocava-se o Bispo de Lisboa, ostentando a custódia com o Santíssimo Sacramento. Era ladeado pelo Rei, ou Chefe de Estado, ou dignitário similar.


Dado curioso a salientar é o da tentação de realização de atentados contra as figuras régias, durante a procissão do “Corpus Christi”. Um deles, contra a pessoa de D. João IV. Sobrevivendo o monarca ao acto, a sua esposa (D. Luísa de Gusmão) promoveu a construção do Convento dos Carmelitas, na Baixa Lisboeta. Edificado no exacto lugar do falhado crime, foi chamado do “Corpus Christi”. Outro atentado famoso deu-se contra D. Manuel II, perto da Igreja da Vitória, quando a procissão passava na rua do Ouro.


Mas a legislação de 1910, proibindo os dias santos da Igreja (excepto o Natal e o dia 1 de Janeiro), interrompeu o culto público, embora, nas igrejas, continuassem a ser celebradas missas solenes; e solenes pontificiais nas Sés.


Em 2003, a Procissão do Corpo de Deus voltou a percorrer as ruas da Baixa, onde outrora se cumpria. A solenidade, presidida pelo Cardeal-Patriarca, teve começo com a celebração da Missa no Largo da Igreja de São Domingos, no logradouro do palácio da Independência. O término da procissão deu-se na Rua Garrett, diante da Basílica dos Mártires, com a Bênção do Santíssimo Sacramento. Estiveram presentes, na Missa e procissão, mais de cinco mil fiéis - entre os quais autoridades civis e militares. 


Fonte: http://www.snpcultura.org/arquivo_vemos_ouvimos_e_lemos_procissao_do_corpo_de_deus_na_baixa_de_lisboa.html


Algumas imagens da Procissão do Corpo de Deus durante o reinado do Rei D.Manuel II:





Veja mais imagens aqui: http://monarquiaportuguesa.blogs.sapo.pt/15400.html


Procissão do Corpo de Deus ano a ano:


1907 1908 1909 1910 2017  2022  2024

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Participação de D.Duarte, Duque de Bragança no Madeira Film Festival


No âmbito do Madeira Film Festival de 2014, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, recebeu, hoje, no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, para um “Madeira de Honra”, Dom Duarte Pio de Bragança, o Embaixador da Bulgária, em Lisboa, Todor Stoyanov, o Embaixador da Indonésia, em Lisboa, Mulya Wirina, bem como a organização e alguns realizadores concorrentes, em curtas e longas-metragens, nesta edição do festival.
Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal do Funchal destacou a importância do evento, mormente nas suas vertentes culturais e ambientais, salientando ainda o facto de projectarem filmes que realçam uma das mais importantes “marcas” da Região Autónoma da Madeira, a Laurissilva, nomeadamente a força da sua natureza, beleza e plenitude.
Da parte da organização, o direCtor do festival, Aitken Pearson, destacou o apoio que tem sido dado pelo Município do Funchal a este evento.

 Câmara Municipal do Funchal.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Lançamento de livro sobre a Rainha Santa Isabel com apresentação de D.Isabel, Duquesa de Bragança


Exmos.Senhores,

A Alêtheia Editores e a Confraria da Rainha Santa Isabel têm o prazer de convidar V. Exª para o lançamento do livro de José Miguel Pero-Sanz no próximo dia 7 de Maio (quarta-feira), pelas 18.30 horas, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.li A obra será apresentada por S.A.R., A Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, e pela Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.

Com os nossos cordiais cumprimentos,

António Rebelo

Confraria da Rainha Santa isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

terça-feira, 22 de abril de 2014

Abertura do Madeira Film Festival 2014 com a presença de D.Duarte, Duque de Bragança



Foi nesta segunda-feira, dia 21 de Abril, que arrancou a terceira edição do Madeira Film Festival. Às 19 horas, destaque para o 'Sunset Cocktail', que acontecerá no Hotel Meliá Madeira Mare, onde vão estar presentes os convidados do festival, assim como no cocktail de abertura do festival, no Belmond Reid’s Palace Hotel, no dia 22 de Abril, pelas 18 horas. Em ambos os eventos estará presente Dom Duarte Pio, Duque de Bragança. Recorde-se que, este ano, o festival tem o alto patrocínio da Casa Real Portuguesa.


sábado, 19 de abril de 2014

Exéquias reais no segundo aniversário do regicídio em 1910

Inauguração da placa comemorativa da passagem por Lisboa de Cristóvão Colombo


Realizou-se, no passado dia 12/03/2014, no Hotel Altis Belém, um evento comemorativo do desembarque de Cristóvão Colon em Lisboa, na tarde do dia 04/03/1493, quando do regresso da sua primeira viagem. Foi descerrado, no exterior do hotel, uma placa metálica assinalando essa efeméride, tendo participado nesse acto S.A.R. o Senhor D. Duarte de Bragança, o Embaixador do Panamá e o Embaixador Interino dos Estados Unidos da América, acompanhados pelo Eng.º Raúl Martins (Presidente do Grupo Altis) e pelo Eng.º José Mattos e Silva que, com o seu irmão António, foi um dos organizadores do evento. A placa, com versões em português e inglês, refere que “CRISTÓVÃO COLOMBO DESEMBARCOU EM LISBOA, NA TARDE DO DIA 4 DE MARÇO DE 1493, QUANDO EFECTUAVA O REGRESSO DA SUA PRIMEIRA VIAGEM À AMÉRICA,COMO ELE REFERE NO SEU DIÁRIO. PARTIU DE LISBOA, PARA ESPANHA, NA TARDE DO DIA 13/03/1493. NO ENTANTO O APELIDO QUE CONSTA DOS DOCUMENTOS OFICIAIS SEMPRE FOI COLON E NÃO COLOMBO, DADO ESTE

ÚLTIMO NOME TER RESULTADO DUMA TESE ERRADA QUE DEFENDE QUE ELE TERIA

NASCIDO EM GÉNOVA. DE ACORDO COM A TEORIA QUE VEM SENDO DIVULGADA

PELOS IRMÃOS JOSÉ E ANTÓNIO MATTOS E SILVA, CRISTÓVÃO COLON SERIA UM NOBRE PORTUGUÊS, DENOMINADO SALVADOR ANES DA SILVA, FILHO DA INFANTA D.

LEONOR DE AVIZ (QUE DEPOIS CASARIA COM O IMPERADOR ALEMÃO FREDERICO III)

E DE D. JOÃO MENEZES DA SILVA (QUE DEPOIS DA MORTE VIRIA A SER CONHECIDO

POR BEATO AMADEU). COLON NASCEU NA VILA ALENTEJANA DE CUBA, CERCA DO

ANO 1450, E VIRIA A CASAR, PELO ANO DE 1479, COM FILIPA MONIZ, FILHA DE BARTOLOMEU PERESTRELO, O 1.º CAPITÃO-DONATÁRIO DE PORTO SANTO (ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA)”. Depois do descerramento da placa passou-se ao interior do hotel onde se desenrolou a sessão solene e os mais de oitenta convidados presentes puderam assistir às intervenções orais dos seis membros que integravam a mesa de honra: ao centro, o Eng.º Raúl Martins tendo, sucessivamente à sua direita, o Embaixador do Panamá D. Frederico Umbert, o Almirante Alexandre da Fonseca e o Eng.º António Mattos e Silva. À esquerda do Eng.º Raúl Martins, sentaram-se, sucessivamente, o Embaixador Interino dos E.U.A. Mr. John Olson e o Eng.º José Mattos e Silva. A sessão foi iniciada pelo Eng.º Raúl Martins que deu as boas vindas aos presentes e referiu o interesse do Hotel Altis Belém em se associar às comemorações dos 521 anos da passagem de Colon por Lisboa, não só por se

tratar dum marco histórico importante para a cidade, mas também pelo facto do hotel, desdeque iniciou a sua actividade, ter vindo a manter, como sua temática principal, a divulgação dos feitos dos navegadores portugueses. Seguidamente falou o Eng.º José Mattos e Silva que apresentou uma resenha sobre o tema da placa, evidenciando o papel de Colon como agente secreto do Rei de Portugal, D. João II, o que justificaria que o navegador tenha vindo a Lisboa receber instruções daquele rei (com quem se reuniu em Vale do Paraíso, perto da Azambuja, de 09 a 11/03/1493). Depois falou o Almirante Alexandre da Fonseca que fez uma intervenção sobre o tipo de embarcações usadas na 1.ª viagem de Colon ao continente americano,

apresentando também informação relativa ao regime de ventos que o navegador enfrentou no seu percurso.Usou depois da palavra oEng.º António Mattos e Silva que referiu as possíveis cumplicidades de Colon com alguns dos seus companheiros de viagem, nomeadamente com Juan de la Cosa (proprietário e mestre da Nau “Santa Maria”) e com os irmãos Martim e Vicente Pinzón (que comandavam, respectivamente, as caravelas “Pinta” e “Niña”, sendo que foi a bordo desta última que Colon chegou a Lisboa). Falou do facto da “Pinta” ter aportado ao porto galaico de Baiona e ali se ter recebido a notícia da chegada da “Niña” a Lisboa, referindo ter sido possivelmente D. Pedro de Noronha e Menezes, 3.º Conde e 1.º Marquês de Vila Real (que esteve presente na audiência que a Rainha de Portugal, D. Leonor, concedeu a Colon no Convento de Santo António da Castanheira, perto de Vila Franca de Xira), quem terá enviado essa notícia, dada a sua relação de amizade com os Senhores de Baiona, da família Sotomayor. Falou depois o Embaixador do Panamá, D. Frederico Umbert, que abordou a temática da importância de Colon na História do Panamá, cujo território o navegador descobriu durante a sua 4.ª viagem ao continente americano. A sessão foi encerrada pelo embaixador interino dos E.U.A., Mr. John Olson, que realçou o significado de mais esta evocação da passagem de Colon por Portugal.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

5º Aniversário da Canonização de São Nuno de Santa Maria

Programa da visita de D.Duarte, Duque de Bragança e de Afonso, Príncipe da Beira ao Alentejo

Capela do Palácio da Ajuda reabre ao fim de um século com tela única de El Greco


O único quadro de El Greco existente em Portugal vai estar exposto ao público, a partir da próxima semana, com a reabertura da capela da Rainha Maria Pia, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, encerrada desde 1910.
O óleo, do primeiro quartel do século XVII, a «Santa face de Cristo», de El Greco, passa a fazer parte do programa museológico da capela, que abre ao público na próxima terça-feira, 103 anos depois de ter sido encerrada, após a proclamação da República, em outubro de 1910, e a saída da família real para Gibraltar.


A «Santa Face» foi adquirida pelo rei D. Luís, marido de D. Maria Pia, fazia parte da sua coleção de pintura e «é o único exemplar daquele pintor em Portugal», disse à Lusa o diretor do Palácio da Ajuda, José Alberto Ribeiro.
O projeto da capela, explicou José Alberto Ribeiro, visou «restaurar o espaço que é muito bonito, e mostrar nele algumas peças de referência da coleção do palácio, como pinturas importantes de mestres italianos dos séculos XVII e XVIII, escultura e alfaias religiosas» em prata.
Trata-se de «uma capela construída quase toda em madeira, num programa decorativo feito pelo arquiteto Manuel Ventura Terra, em finais do século XIX, com o pintor Veloso Salgado, autor da pintura de Nossa Senhora com o Menino, que é o orago».
Esta capela «é uma caixa em madeira de carvalho criada dentro de uma sala já existente no palácio, no piso térreo, à direita da entrada para o vestíbulo, na ala sul, e inclui alguns objetos criados pelo arquiteto, como as ferragens das portas e o sacrário, numa linha neomedieval e «arts & craft» de final do século [XIX], que é das últimas novidades e tendências estéticas aqui do palácio».
Isto revela, referiu o responsável à Lusa, o gosto da Rainha que era «muito atualizada» no tocante às correntes estéticas.
O espaço religioso mostra alguns santos da devoção da rainha Maria Pia, nomeadamente Santa Rita de Cássia, S. Francisco Xavier, S. Carlos Borromeo e a Virgem de Paris, ligada à «imagem milagrosa», e ainda o seu missal, em madrepérola, disse José Alberto Ribeiro.
«O corpo da capela, propriamente dita, seguiu as indicações documentais de 1910, a partir dos arrolamentos judiciais [da República] do que estava em cada divisão do palácio real e é muito fiel ao que seria no final da monarquia», disse o responsável.
«A antecâmara e a sacristia, com algum mobiliário original, foram musealizadas de forma a mostrar algumas peças de cariz religioso das coleções do palácio», acrescentou.
A recuperação da capela orçou entre os 70.000 e os 80.000 euros, tendo sido «fundamental» o apoio mecenático da Fundação Millenium/bcp, revelou José Alberto Ribeiro à Lusa.
Para o responsável, a reabertura da capela privada da rainha Maria Pia corresponde «às muitas questões que levantavam os visitantes do palácio - a única residência régia visitável, em Lisboa -, que se interrogavam por não haver um espaço religioso, num palácio de reis católicos».
Reabrir a capela é, para José Alberto Ribeiro, «devolver ao olhar do público um espaço desconhecido e que, desde 1910, servia de reserva das mais variadas peças».
O Palácio da Ajuda, imaginado pelo rei D. João VI, no Brasil, foi a residência oficial dos reis portugueses, tendo ficado fortemente ligado a D. Luís e à sua mulher, que o redecorou e nele viveu até partir para o exílio, onde morreu, em 1911, em Turim, na sua corte natal.


FONTES: http://www.lux.iol.pt/nacionais/capela-do-palacio-da-ajuda-reabre-ao-fim-de-um-seculo-com-tela-unica-de-el-greco-el-greco-palacio-ajuda-pintura-capela/1550746-4996.html e Lusa

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Resumo do ano da Família Real - 1892

Janeiro:


1 de Janeiro - Tradicional recepção de ano novo no Palácio da Ajuda. (Aqui)


Março:


21 de Março - No Palácio da Ajuda realizaram-se as celebrações do 5º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe. (Aqui)


Abril:


21 de Abril - A Rainha D.Amélia funda o Real Instituto de Socorros a Náufragos.



24 de Abril - Realizou-se, no hipódromo de Belém, um torneio organizado por uma comissão presidida pela Rainha D. Amélia. (Aqui e Aqui)


Julho:


1 de Julho - Atribuição da Rosa de Ouro à Rainha Dona Amélia pelo Papa Leão XIII. (Aqui)


Setembro:


28 de Setembro - Recepção no Palácio da Ajuda para celebrar o aniversário do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia. (Aqui)


Dezembro:


31 de Dezembro - Realizou-se uma festa no Palácio das Necessidades, residência do Rei D.Carlos e da Rainha D.Amélia. (Aqui)

Resumo do Ano da Família Real - 1890

Janeiro:


20 de Janeiro - O Rei de Marrocos enviou a Lisboa uma embaixada para felicitar o Rei D.Carlos pela sua subida ao trono. Esta embaixada foi recebida pelo Rei D.Carlos no Palácio da Ajuda.


23 de Janeiro - Realizou-se na igreja de Martyres uma missa por alma do Rei D.Luís mandada dizer por Manuel José Puna, barão de Cabinda. Assistiram a este acto religioso funcionários cívis e militares, e esteve também representada a família real.


Fevereiro:


28 de Fevereiro - Rei D.Carlos I visitou o Malange.


Março:


21 de Março - Para comemorar o 3º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe foi realizada uma recepção no Palácio da Ajuda. (Aqui)


Abril:


12 de Abril - O Príncipe Herique visitou o Rei D.Carlos no Palácio de Belém.


Maio:


O Rei D.Carlos e a Rainha D.Amélia regressam a Lisboa, depois de terem estado em Vila Viçosa onde a Rainha D.Amélia tinha estado a recuperar de uma doença.


Junho:


8 de Junho - O Rei D.Carlos, a Rainha D.Amélia e o Infante D.Afonso assistiram à sessão solene da Academia Real das Ciências.


14 de Junho - O parlamento realizou uma sessão solene em que se reuniram as duas camaras, para reconhecer o príncipe herdeiro ao trono, na pessoa do Príncipe Luís Filipe.


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Outubro:


20 de Outubro - A Família Real assistiu às cerimónias solenes em memória do primeiro aniversário da morte do Rei D.Luís I na Sé de Lisboa.


Novembro:


1 de Novembro - A Rainha D. Amélia condecorou no Palácio de Belém, a heróica Izabel da Conceição, a quem foi concedida a medalha de prata por ter salvo na Margueira um cabo da guarda fiscal e quatro crianças. (Aqui)


Dezembro:


8 de Dezembro - O Rei D. Carlos I e o Infante D. Afonso assustiram à festa da Conceição na Sé Patriarcal. (Aqui)


23 de Dezembro - Recepção no Palácio de Belém.


24 de Dezembro - O Rei D.Carlos e a Rainha D.Amélia assistiram à missa do galo que se realizou na capela do Palácio das Necessidades.


25 de Dezembro - No dia de Natal, toda a Família Real Portuguesa jantou no Palácio da Ajuda a convite da Rainha D.Maria Pia. (Aqui)

Resumo do Ano da Família Real - 1889

Janeiro:


1 de Janeiro - A Família Real Portuguesa assistiu à tradicional recepção de ano novo no Palácio da Ajuda (Aqui)


Transladação dos restos mortais da Rainha D.Luísa de Gusmão - Os restos mortais da Rainha D.Luísa de Gusmão foram transladados do Convento de Xabregas para o Panteão dos Braganças, no Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.


Fevereiro:


Visita a Elvas - Os Duques de Bragança, D.Carlos e D.Amélia fizeram uma visita a Elvas. Tudo sobre a visita Aqui.


Março:


21 de Março - O Príncipe Real Luís Filipe festejou o seu 2º aniversário com uma recepção no Palácio de Belém. (Aqui)


Abril:


22 de Abril - A Família Real compareceu ao Congresso Jurídico, inaugurando os seus trabalhos com uma sessão solene, realizada na grande sala da biblioteca da Academia Real das Ciências.


Maio:


Visita a Évora - O Rei D.Luís I, a Rainha D.Maria Pia, o Infante D.Afonso e os Duque de Bragança. D.Carlos e D.Amélia passaram em Évora o seu aniversário de casamento. (Aqui)


Infante D.Augusto - Foi noticiado que o Infante D.Augusto tinha melhorado da doença que o afligia e que deu um passeio de carruagem. (Aqui)


Junho:


O Rei D.Luís I agraciou a Princesa Maria Thereza com a banda da ordem de Santa Isabel, e o Príncipe Guilherme, seu sobrinho, com as bandas das ordens militares de Cristo e Aviz.


23 de Junho - A Família Real assistiu através de uma das janelas do Palácio da Ajuda, à inauguração do edíficio da nova esquadra dos Bombeiros Voluntários da Ajuda.


Julho:


Regata da Real Associação Naval - O Príncipe D.Carlos assistiu à regata.


Brasão de armas do Infante D.Afonso - O Rei D.Luís I brindou o seu filho, o Infante D.Afonso, no dia do seu aniversário (31 de Julho) concedendo-lhe o uso do brasão de armas do Rei D.Manuel I.


27 de Julho - O Rei D.Luís I acompanhou a violoncelo, no Paço de Sintra, o quarteto clássico, que é dirigido pelo maestro Hussla.


28 de Julho - O Rei D.Luís I e o Príncipe D.Carlos aceitaram o convite para assistirem ao Te-Deum em Santa Justa, pelo regresso do sr.cardeal patriarca.


Agosto:


9 de Agosto - O Príncipe D. Carlos e a Princesa D. Amélia ofereceram um jantar de despedida aos Condes de S. Miguel. (Aqui)


18 de Agosto - O Príncipe D.Carlos partiu para Paris para realizar uma visita oficial. Foi acompanhado por o Conde do Seisal e o Conde de S.Mamede.


27 de Agosto - O Infante D.Afonso assistiu ao lançamento da nova canhoneira Diu no Arsenal da Marinha.


Setembro:


7 de Setembro - O Príncipe D.Carlos assistiu ao baptizado do filho dos Duques de Aosta em Turim.


14 de Setembro - O Príncipe D.Carlos partiu para Espanha, onde foi visitar a Rainha Regente. Depois partiu para Portugal.


26 de Setembro - A Casa Real divulgou informações sobre o estado de saúde do Infante D.Augusto, Duque de Coimbra. (Aqui)


26 de Setembro - Faleceu o Infante D.Augusto de Bragança, Duque de Coimbra. (Aqui)



Outubro:


1 de Outubro - Funeral do Infante D.Augusto, Duque de Coimbra (Aqui e Aqui)


4 de Outubro - Por iniciativa do administrador do concelho do Porto, foi realizada em Paredes de Coura, uma missa pela alma do Infante D.Augusto.


19 de Outubro - Morte do Rei D.Luís I



26 de Outubro - Funeral do Rei D.Luís I (Aqui)


Novembro:


15 de Novembro - Nascimento do Infante D.Manuel (futuro Rei D.Manuel II). (Aqui)


Dezembro:


2 de Dezembro - A câmara municipal de Lisboa mandou celebrar as exéquias solenes no templo de São Domingos por alma do Rei D.Luís I.


8 de Dezembro - O Rei D. Carlos I e o Infante D. Afonso assistiram à festa de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do reino, na Sé Patriarcal. (Aqui)


18 de Dezembro - Baptizado do Infante D.Manuel na capela palatina do Palácio de Belém (Aqui e Aqui)


Duquesa de Palmela - A Duquesa de Palmela foi nomeada camareira-mor da Rainha D.Amélia. Foi no dia 9 de Dezembro de 1889 que foi realizada a carta régia que confere à Duquesa de Palmela esta elevada honra.


Presidência da Academia Real das Ciências - O Rei D.Carlos I aceitou a presidência da Academia Real das Ciências que ficou vaga depois da morte do Rei D.Luís I.


28 de Dezembro - Aclamação de D.Carlos como Rei de Portugal (Aqui)


Resumo do Ano da Família Real - 1888

Janeiro:


22 de Janeiro - Infante D.Afonso e Infante D.Augusto assistiram ao lançamento da primeira pedra do monumento a Fontes Pereira de Mello.


Fevereiro:


O Infante D.Afonso tirou várias fotografias de Sintra e dos arredores de Lisboa, com as quais fez um album que ofereceu à sua mãe, a Rainha D.Maria Pia.


19 de Fevereiro - Experiências de Machinas Agricolas: As experiências realizaram-se na presenças de suas altezas o Príncipe D.Carlos e os Infantes D.Augusto e D.Afonso, e grande número de convidados.


Março:


Aguarelas de Sua Alteza o Príncipe D.Carlos: Sua Alteza o Príncipe D.Carlos enviou para a exposição do Palácio de Cristal do Porto algumas aguarelas suas, para serem vendidas em benefício dos pobres daquela cidade.


Príncipes de Leon em Portugal: Os Príncipes de Leon foram convidados por Suas Altezas os Duques de Bragança para jantarem no Palácio de Belém, jantar a que assistirem os Duques de Palmela, Condes de Ficalho e de Seisal, de Sabugosa e de S.Mamede, e os srs. Duval Telles e Bernardo Pindella.



Rainha D.Maria Pia mostra a sua solidariedade para com os parentes das vítimas do incêndio do Teatro Baquet.


21 de Março - Foi mandada celebrar uma missa campal pelo sr. general José Paulino de Sá Carneiro, em acção de graças pelas melhores de Sua Magestade o Rei D.Luís.


21 de Março - Comemorações do 1º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe no Palácio da Ajuda e no Palácio de Belém (Aqui).


Abril:


Por iniciativa de sua magestade o Rei D.Luís vão ser criadas escolas de artes e ofícios nos Albergues Nocturnos com semi internato para os alunos. Este melhoramento pode dar melhores resultados.


Maio:


1 de Maio - Houve uma recepção particular no Palácio da Ajuda por ser o dia consagrado ao Santo de que o Rei D. Luís I tem o seu nome. (Aqui)


5 de Maio - Celebrou-se na Sala do Risco do Arsenal da Marinha, uma missa de acção de graças pelas melhoras do Rei D.Luís, mandada dizer pelo sr. conselheiro Andrade Pinto, comandante geral da armada. Assistiram a este acto a Rainha D.Maria Pia, os Duques de Bragança e o Infante D.Afonso.


12 de Maio - A câmara municipal de Lisboa mandou celebrar um solene Te-Deum em acção de graças pelas melhoras do Rei D.Luís. Assistiram a Rainha D.Maria Pia, os Duques de Bragança e o Infante D.Afonso.


13 a 17 de Maio - Visita do Rei Oscar II da Suécia a Portugal.


22 de Maio - Recepção no Palácio de Belém por o segundo aniversário de casamento de D. Carlos e D. Amélia. (Aqui)


25 de Maio - O Rei D. Luís passeou pela primeira vez, depois de alguns meses de reclusão nos seus aposentos, no Palácio da Ajuda. (Aqui)


26 de Maio - D. Amélia passeou numa carruagem descoberta com o seu filho, o Príncipe da Beira, Luís Filipe. (Aqui)


Retrato pintado por o Rei D.Luís: O Rei D.Luís concluiu um quadro de um retrato a óleo do sr. Marquês de Alvito. O Rei estava a pintar um outro quadro do sr. Conde de Vila Nova de Cerveira.


Aguarelas do Príncipe D.Carlos: O Príncipe D.Carlos presenteou os cantores portugueses Francisco e António de Andrade com duas primorosas aguarelas de marinhas, que fez expressamente para oferecer a estes artistas.


Julho:


Foi realizada a cerimónia de inauguração da Exposição Pecuária presidida pela Família Real.


1 de Julho - No Palácio da Ajuda, sob a presidência do Rei D.Luís, a assembleia geral da direcção dos Albergues Nocturnos de Lisboa, para a apresentação do relatório desta sociedade no ano de 1887, elaborado pelo Conde de Valenças, secretário da direcção.


2 de Julho - O Rei D.Luís embarcou no couraçado Vasco da Gama até Marselha. Acompanharam o Rei até ao arsenal, a Rainha D.Maria Pia, os Duques de Bragança e o Infante D.Afonso. O Rei era esperado pelo conde de Valbom em França, ficando dois dias nesse país. O Rei depois seguiu para Gastein, estação de águas termais, situada num vale nos Alpes, na província de Salvesburgo, Áustria. 


A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso seguiram directamente para Paris, onde foram esperados pela condessa de Valbom. A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso ficaram entre três a quatro dias nesse país, seguindo depois até Gastein, por Strasburgo, Francfurt, Praga e Viena. 


O Rei D.Luís, a Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso foram depois até Turim para assistirem ao casamento do Príncipe Amadeu.


8 de Julho - Os Imperadores do Brasil estiveram no Tejo a bordo do paquete Congo, em viagem  de Marselha para o Brasil. Os Imperadores do Brasil foram cumprimentados pelo Príncipe D.Carlos.


12 de Julho - Visita à Alemanha: O Rei D.Luís foi recebido pelo Imperador da Alemanha na estação. A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso chegaram a Strasburgo no mesmo dia, sendo recebidos pelo ministro português na Alemanha, o marquês de Penafiel. O Rei de Portugal almoçou com o Imperador da Alemanha no seu palácio e depois assistiu a uma missa. No Palácio de Postdam houve um jantar de gala em honra do Rei de Portugal. O Rei D.Luís visitou a Imperatriz Victoria e em seguida foi à Igreja da Paz orar no túmulo do Imperador Frederico III onde depositou uma coroa de lilazes com um laço azul e branco. No dia 13 de Julho houve uma parada em que o Rei D.Luís se apresentou com a farda de marechal português na qual se via o colar de Águia Negra. Depois da parada, o Rei D.Luís regressou a Berlim e foi visitar o túmulo do Imperador Guilherme I em Charlottenburgo. No dia 14 partiu para Praga, para se reunir com a esposa e o filho, que o tinham ido ali esperar, partindo depois para Ischl, onde chegaram no dia 16, sendo esperados na estação pelo Imperador Francisco José da Áustria. 


Medalha comemorativa: A Universidade de Bolonha conferiu ao Rei D.Luís uma medalha de ouro comemorativa do centenário da mesma universidade.


Viagem Real: O Rei D.Luís, a Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso assistiram ao jantar de gala oferecido pelo Imperador Francisco José. O Imperador deu ao Rei D.Luís a propriedade do regimento de infantaria nº5. Houve recita de gala no teatro, que foi decorado com iluminações públics em honra do Rei de Portugal. Os Reis partiram de Ischl para Viena no dia 18. O Imperador Francisco José, a Imperatriz Isabel, a Princesa Imperial, o Príncipe Herdeiro Rodolfo e a Arquiduquesa Valéria acompanharam os Reis de Portugal e o Infante D.Afonso à estação onde se despediram muito afectuosamente. Em Viena, os Reis de Portugal e o Infante D.Afonso receberam a visita da arquiduquesa Elisa e de outras pessoas da corte austriaca. No dia 20 jantaram no Luxemburgo com o príncipe e a princesa imperial, que vieram expressamente de Ischl. No dia 21 assistiram à soiree dada em sua honra pelos arquiduques Renier. No dia 22 partiram para Gastein, a Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso. O Rei D.Luís partiu para Simbach, na fronteira da Baviera, seguindo para Munique, onde ficaram dois dias. Visitou vários edíficios públicos, e assistiu a uma recita do teatro, onde foi cumprimentar ao camarote o Rei Luís Fernando. No dia 25 de manhã partiu para Nutemberg, hospedando-se no Hotel da Baviera. Foi visitar várias antiguidades históricas, e no dia seguinte partiu para Reinhardsbrum, indo visitar o duque Ernesto de Saxe-Coburgo Gotha no seu castelo. Houve depois uma grande caçada.


Agosto:


30 de Agosto - O Rei D.Luís partiu de Gotha, com destino a Sigmaringen, onde chegou no dia 31 de Agosto, hospedando-se no Hotel Inglês. 


Setembro:


1 de Setembro - O Rei D.Luís chegou a Sigmaringen, onde era esperado pela sua irmã, a Princesa D.Antónia, que estava acompahada do marido e do filho. Mais tarde chegaram a Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso.


3 de Setembro - Realizou-se o juramento do Príncipe D.Carlos, regente do reino na ausência do Rei D.Luís. O juramento realizou-se com o cerimonial do costume.


7 de Setembro - O Rei D.Luís, a Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso partiram para Turim.


11 de Setembro - O Rei D.Luís, a Rainha D.Maria Pia de Sabóia e o Infante D.Afonso assistiram ao casamento do Príncipe Amadeu, Duque da Aosta com a Princesa Maria Leticia Napoleão em Turim.


29 de Setembro - O Príncipe D.Carlos e a Princesa D.Amélia entregaram os prémios aos vencedores da regata.


Outubro:


4 de Outubro - É noticiado que o Infante D.Augusto adoeceu com uma pleurisia e endopericardite, que colocou a sua vida em perigo. Mas terá melhorado. Os médicos que o assistiram foram Arthur Ravara, Oliveira Feijão e Barros da Fonseca. (Aqui)


Viagem Real: O Rei D.Luís, a Rainha D.Maria Pia de Sabóia e o Infante D.Afonso continuam em Monza. O Rei D.Luís saiu de Monza e chegou a Spezia, onde ficou três dias. No dia 7 chegou a Barcelona. No dia 10 partiu para Madrid onde ficou hospedado no Palácio Real.


15 de Outubro - Rei D.Luís regressa a Lisboa.


Dois filhos do Rei do Congo, D.Álvaro de Água Rosado e D.Álvaro de Água Rosado Junior vieram expressamente a Portugal cumprimentar o Rei D.Luís.


17 de Outubro - A Rainha D. Amélia esteve doente com uma bronquite. (Aqui)


Viagem Real - A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso chegaram a Viena de Áustria no dia 24. No dia 16 a Rainha ofereceu um jantar a que assistiu o ministro português e a sua esposa. No dia 27 convidou para jantar os arquiduques Reirnier e a embaixada portuguesa. No dia 29 partiram de Viena para Paris e Espanha, passaram ainda pela Bélgica onde foram recebidos pelo Rei Leopoldo, regressando depois a Portugal.


31 de Outubro - O Rei D.Luís e o Príncipe D.Carlos assistiram à inauguração do novo edíficio da Escola Marquês do Pombal em Alcântera.


31 de Outubro - Realizou-se uma recepção no Palácio da Ajuda para celebrar o aniversário do Rei D.Luís (Aqui)


Novembro:


O Rei D.Luís e a Rainha D.Maria Pia visitaram a exposição de escultura de Thomaz Costa.

Resumo do Ano da Família Real - 1887

Janeiro:


1 de Janeiro - Realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio da Ajuda. (Aqui)


17 de Janeiro - A Família Real assistiu ao concerto no Salão da Trindade em benefício dos naufragos do "Ville de Victoria".


Oferta Real - O Rei D.Luís I ofereceu aos lavradores portugueses 200.000 bacellos americanos criados nos viveiros de Mafra. Esta espécie de cepa tinha resistido à invasão do mal da vinha, o que a tornou preferível.


22 de Janeiro - Os Condes D'Eu chegaram a Lisboa, no dia 22 de Janeiro. Os Condes D'Eu desembarcaram no arsenal da marinha, onde uma força de caçadores lhes fez a guarda de honra, e seguiram para o Grande Hotel de Lisboa em carruagens, acompanhados pelo ministro do Brasil e secretário sr. Luís Guimarães e mais pessoal de legação.


No Hotel foram visitados pelo Príncipe D.Carlos, a Princesa Amélia e o Infante D.Augusto.


Fevereiro:


3 de Fevereiro - Rei D.Luís presidiu a uma nova sessão da Academia Real das Ciências.


Março:


3 de Março - A Condessa de Paris chegou a Lisboa. Há chegada era esperada por o Príncipe D.Carlos que estava acompanhado por o seu oficial às ordens, o conde do Seisal. A Condessa de Paris, os seus filhos e comitiva hospedaram-se no Grand Hotel Central. Depois, a Condessa de Paris dirigiu-se até ao Palácio de Belém, para visitar a sua filha, a Princesa Amélia. Depois do almoço, dirigiu-se para o Grand Hotel Central, onde os Duques de Bragança foram jantar com a Condessa de Paris. Mais tarde o Rei D.Luís e a Rainha D.Maria Pia de Sabóia foram cumprimentar a Condessa de Paris. O Conde de Paris chegou a Lisboa no dia seguinte.


21 de Março - Nascimento de Luís Filipe, Príncipe Real de Portugal.


25 de Março - A Infanta D.Antónia, princesa de Hohenzollern-Sigmaringen, irmã do Rei D.Luís, visitou Lisboa onde teve uma recepção afectuosa e festiva. 


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30 de Março - O Infante D. Augusto, o Infante D. Afonso e o Príncipe Leopoldo de Hohenzollern assistiram à festa do distinto tenor Valero (Aqui).


Abril:


Exposição de Escultura - O escultor José Pereira Lima Santos, díscipulo da Academia de Florença. onde foi premiado em 1884, realizou uma exposiçao dos seus trabalhos nas salas do "Comércio de Portugal". O Rei D.Luís e a Rainha D.Maria Pia assistiram à abertura dessa exposição. Os Reis elogiaram muito os seus trabalhos e a Rainha D.Maria Pia em elogiou em especial um busto do Rei Victor Manuel.


14 de Abril - Baptizado do Príncipe Real Luís Filipe na capela do Palácio Real da Ajuda (Aqui).


15 de Abril - A Infanta D.Antónia e o seu marido, o Príncipe de Hohenzollern, visitaram os Marqueses da Fronteira (Aqui).


Maio:


1 de Maio - O Rei D.Luís e o Príncipe D.Carlos assistiram ao Concurso de Ceifeiras e Ganhadeiras que se realizou no Hipódromo de Belém.


Protecção Real - Uma criança de seis meses que foi lançada ao Teja por a sua própria mãe, crime que indignou toda a Lisboa, e que foi salva por uns pescadores, foi mandada criar por o Rei D.Luís que a tomou sob a sua real protecção.


11 de Maio - O Príncipe D.Carlos, a Princesa Amélia e o Infante D.Afonso fizeram uma viagem a Setubal no Iate Amélia.


15 de Maio - A Família Real assistiu à XIV Exposição da Sociedade Promotora de Belas Artes.


18 de Maio - Princesa D.Antónia parte para Sigmaringen.


Oferta Artística - O Conde de Franco ofereceu aos Duques de Bragança uma primorosa estátua de bronze, da poetisa Clotilde Lurvilli, esculpida pelo escultor francês Gaultherin. A estátua assenta sobre um pedestal de veludo carmezim, onde se vêem as armas dos Duques de Bragança e de Orleães, cinzeladas em prata. Um rico estojo forrado de setim, contendo as obras da célebre poetisa completa a oferta do Conde de Franco.


Junho:


1 de Junho - O Rei D.Luís reuniu-se com a assembleia geral da Academia Real das Ciências para discutirem sobre o relatório do director do dicionário de língua portuguesa.


6 de Junho - O Rei D.Luís e a Rainha D.Maria Pia assistiram à cerimónia em que foi batida a cavilha da nova canhoneira. 


Ordem de Malta - O Príncipe Real D.Carlos recebeu da Ordem Soberana de Malta a nomeação de Bailio Gran-Cruz de Honra e Devoção. Uma deputação da ordem entregou ao ministro português, junto ao Vaticano, a bulla da nomeação, as insígnias e uma carta do príncipe grão-mestre da ordem, frei João Baptista Cheschi de Santa Croce, para o Príncipe D.Carlos.


12 de Junho - Os Duques de Bragança seguiram com direcção a Piymouth, a bordo do paquete Hawarden Castle para assistirem às festas do Jubileu da Rainha Victoria. O Rei D.Luís e a Rainha D.Maria Pia acompanharam a bordo os Duques de Bragança, e as embarcações surtas no Tejo fizeram as devidas honras militares. O Hawarden Castle chegou a Piymouth há meia noite do dia 13. Os Duques de Bragança desembarcaram na manhã do dia 14. Os Duques de Bragança partiram para Londres onde chegaram na tarde desse dia. Eram esperados pelo Duque de Edimburgo, em nome da Rainha Victoria, que os acompanhou até ao Palácio de Buckingham.


Medalha de Honra - A Sociedade de Animação ao Bem, de Paris, conferiu uma medalha de honra ao Rei D.Luís pela sua tradução Shakespeare.


15 de Junho - O Imperador Pedro II do Brasil visitou Portugal.


Lápide comemorativa - É anunciado que ia ser colocada no Palácio das Necessidades, numa das paredes exteriores aos aposentos que foram habitudados por o Rei D.Fernando, uma lápida comemorativa dos serviços prestados pelo rei artista, ao progresso das artes em Portugal.


Agosto:


13 de Agosto - O Infante D.Afonso regressa a Lisboa depois de ter feito uma visita a Espanha.


31 de Agosto - O Rei D.Luís participou na Regata no Tejo promovida pela Real Associação Naval.


Setembro:


26 de Setembro - A Família Real Portuguesa começou uma visita ao norte do país. A visita durou várias semanas. (Aqui)



Outubro:


16 a 19 de Outubro - O Infante D.Augusto esteve em Bom Jesus do Monte (Aqui).


20 de Outubro - O Rei D. Luís I esteve em Guimarães para inaugurar o monumento a D. Afonso Henriques (Aqui).


31 de Outubro - Para comemorar o aniversário do Rei D.Luís I foi realizada uma receção no Palácio da Ajuda (Aqui).


Dezembro:


2 de Dezembro - As Medalhas da Sociedade de Beneficiência Brasileira foram entregues ao Rei D.Luís e à Rainha D.Maria Pia.


8 de Dezembro - O Infante D. Afonso assistiu à festa de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Reino, na Sé Patriarcal. (Aqui)