segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

D.Duarte, Duque de Bragança na imposição da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa


Comenda da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa



Momento da imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança no Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa da Comenda.



Momento da entrega por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança ao Presidente da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa Dr. Pedro Montargil o Visconde de Montargil da Carta de Comendador Honorário da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.


Fonte: Real Associação da Beira Litoral 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fornecedores da Casa Real


O título de Fornecedor da Casa Real era honorífico. Os comerciantes apresentavam um requerimento à Casa Real, que estudava os argumentos dos pretendentes. As primeiras concessões eram passadas com a profissão ou a designação da loja mais a frase - "da Casa Real ou de Sua Majestade", por exemplo, o fulano de tal, "alfaiate de Sua Majestade". 


Só a partir da década de 50, do século XIX, passou a usar-se apenas a expressão Fornecedor da Casa Real. 


Quase tão importante como ostentar um título nobiliárquico, na sociedade do século XIX o alvará de Fornecedor da Casa Real conferia aos comerciantes estatuto, prestígio e funcionava como o mais valioso instrumento de marketing de uma loja ou marca.


Nos primeiros tempos, a selecção era feita de forma criteriosa e apenas era agraciado quem de facto abastecia ou prestava serviços à Casa Real. Mais tarde, tornou-se mais acessível. O processo era simples e a burocracia mínima. No requerimento para concorrer ao título de Fornecedor da Casa Real, o comerciante tinha de justificar as suas pretensões.


A pesquisa de Lourenço Correia de Matos, autor do livro Os Fornecedores da Casa Real, indica que entre 1821 até ao fim da monarquia em 1910 foram atribuídos 676 alvarás de Fornecedores da Casa Real Portuguesa - a comerciantes, empresas e marcas. Subsistem não mais do que uma dúzia, como a Livraria Ferin, no Chiado, em Lisboa, a Jerónimo Martins, a Macieira, os chamapanhes Pommery, a Confeitaria Nacional e a ourivesaria Leitão & Irmão, que na sua loja no Chiado ainda tem exposto o alvará de joalheiro da coroa.



 


Fontes: 


http://1.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw7vZ5Qp5ZI/AAAAAAAAMWY/H3Gl88xzTcg/s1600/Digitalizar0013.jpg


http://3.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw6kVkyMtcI/AAAAAAAAMV4/SHxdZbCaemM/s1600/Digitalizar0014.jpg


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http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2009/11/marcas-com-o-selo-do-rei-revista-sabado.html

domingo, 9 de fevereiro de 2014

D. Duarte, Duque de Bragança na cerimónia da entrega formal do quadro da Princesa Santa Joana ao Museu de Aveiro


O quadro foi "resgatado" num leilão em Turim, Itália, pela Associação dos Amigos do Museu de Aveiro (AMUA), com contribuições de particulares e entidades privadas, e pertencia à coleção do príncipe Amadeu de Saboia, Duque de Aosta, à qual terá chegado através da herança da Rainha D. Maria Pia, que o terá levado para o exílio, em 1910. 


A peça, considerada rara e inédita, "trará uma mais-valia importantíssima na esfera do estudo da iconografia de Santa Joana Princesa, Padroeira da cidade e diocese de Aveiro, e apresenta "excelente estado" de conservação.

"Esta peça, pelo que tudo indica, terá estado na Casa Real Portuguesa e, pela sua datação e escola, poder-se-á tratar de uma peça devocional encomendada pelos Braganças na Flandres, eventualmente por D. Pedro II ou pela sua irmã, D. Catarina, Infanta de Portugal, Rainha de Inglaterra e regente de Portugal. É conhecido o empenho dos Braganças na difusão e intensificação do culto da Princesa, o que a posse desta peça evidencia, já que, no reposteiro, vê-se o escudo da Quarta Dinastia", descreve José António Cristo, conservador do Museu de Aveiro.

Para aquele especialista, a pintura, contrariamente ao que referia o texto do catálogo do leilão, "não é seguramente portuguesa mas sim flamenga, do final do século XVII [altura da beatificação, em 1693]". Sendo uma pintura de pequenas dimensões, é, no entanto, "de mão de mestre, de um pintor que domina a arte do retrato, que trabalha os panejamentos, colorido e pormenores à maneira do norte da Europa".

A cerimónia da entrega formal do quadro ao Museu de Aveiro teve lugar ontem, dia 08 de Fevereiro, na sala de exposições temporárias, na presença do herdeiro da Coroa portuguesa, D. Duarte Pio Duque de Bragança, a convite da Associação dos Amigos do Museu de Aveiro.

Almoço com D. Duarte, Duque de Bragança, no Hotel Imperial, em Aveiro, que precedeu a apresentação no Museu de Aveiro da pintura de Santa Joana Princesa


Fonte: http://ppmbraga.blogspot.pt/2014/02/almoco-com-sar-o-senhor-dom-duarte-em.html

D.Manuel II em digressão ao norte do país - Aveiro


 


 


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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N147/N147_master/JPG/N147_0003_branca_t0.jpg


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Rua Bento de Moura, vendo-se o edifício da antiga Escola Industrial Fernando Caldeira, por ocasião da visita de El-Rei D.Manuel II.



Pormenor da imagem anterior, mostrando a estrutura montada para a recepção ao monarca. 


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O Rei D. Manuel II, em 1909, sendo aclamado pelo Povo à janela do Palácio das Carrancas, actual Museu Soares dos Reis

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Foto da Família Real Portuguesa de 1854


Na foto estão alguns filhos da rainha D.Maria II. Da esquerda para a direita:. Fernando, Antónia, Luís (futuro rei D.Luís I), Maria Ana, Augusto e João 

Conjunto de fotografias oficiais de D. Manuel II – desde o nascimento ao exílio

D.Duarte de Bragança visita a Exposição da Fundação Oureana



D.Duarte de Bragança na companhia do Presidente da Câmara de Ourém Paulo Fonseca, visitou a exposição patente na Réplica da Santa Casa da Fundação Oureana alusiva ao Casamento do Rei D. João I e da D. Filipa de Lencastre, comemorativa de uma aliança preparada pelo Conde de Ourém.

Fotografia de Vizela vence concurso fotográfico na Sociedade de Geografia de Lisboa em 1900


Pedra-peixe, em Vizela. Fotografia de Camillo dos Santos, participante na Exposição Nacional de Fotografia que se realizou na Sociedade de Geografia de Lisboa, tendo obtido o 1º prémio com medalha de ouro. O certame contou com o alto patrocínio de S.M. El Rei D. Carlos.


A fotografia teve destaque na capa da revista “Boletim Fotográfico”, de fevereiro de 1900.


D.Manuel II em digressão ao norte do país - Barcelos

As fotos datam de dezembro de 1908 e registam a receção do povo de Barcelos a Sua Majestade, El Rei D. Manuel II, na sua passagem por aquela cidade minhota durante a sua digressão ao norte do país. Numa das imagens vemos o soberano, à janela dos Paços do Concelho, acompanhado do presidente da Câmara Municipal de Barcelos.



Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo


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Veja Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N145/N145_master/JPG/N145_0012_branca_t0.jpg


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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N148/N148_master/JPG/N148_0017_branca_t0.jpg


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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N148/N148_master/JPG/N148_0018_branca_t0.jpg


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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N148/N148_master/JPG/N148_0019_branca_t0.jpg